No Polo Cricaré - comprado da Petrobras, em 2020, por US$ 155 milhões (R$ 744 milhões no dólar de hoje) - a produção mais do que triplicou entre o final de 2021, quando os noruegueses assumiram a operação, e agora: de 800 barris dia para os atuais 2,5 mil/dia. Portanto, a produção dos dois pólos, que antes estava em 4,8 mil barris por dia, agora já está batendo em 9 mil. A expectativa do comando da Seacrest é chegar aos 10 mil barris antes do final do ano. Linhares, Jaguaré, São Mateus e Conceição da Barra concentram a produção.
Para chegar a isso, muito investimento em exploração e na produtividade dos campos maduros. Até junho, um aporte de quase R$ 300 milhões. "Estamos melhorando a performance dos poços maduros e fazendo novas perfurações. Investimos US$ 60 milhões nos últimos seis meses, nossa melhora de produtividade vem daí", explicou Michael Stewart, presidente da Seacrest. Só em 2023, serão feitos aportes para melhorar a produção de 400 poços maduros e na perfuração de até 20 novos. No ano que vem, a intenção é perfurar até 50 novos poços.