"Quem quiser estar inserido no mercado, tem que adotar as melhores práticas sociais, ambientais e de governança. Hoje já é assim e a régua vai ficar ainda mais alta daqui para frente, por isso, estabelecemos essa meta no Pedeag. Os nossos produtores, para terem sucesso nos mercados interno e externo precisam adotar as melhores práticas, não é bondade, é capitalismo", explicou Michel Tesch, subsecretário de Estado da Agricultura e um dos formuladores do Pedeag.
São consideradas propriedades sustentáveis as que adotam práticas como: eficiência da produtividade, gestão de custos e receitas, rastreabilidade, gestão de resíduos, uso de equipamentos de segurança, acesso à educação e saúde. "São regras básicas, mas que muitas vezes não são cumpridas. Cada vez mais os compradores, principalmente os estrangeiros, estão observando isso. Chegar a essas 50 mil propriedades é a meta mais ambiciosa", assinalou Tesch.