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Infraestrutura

Portocel quer operação de contêineres e mira expansão

Terminal portuário fica em Barra do Riacho, Aracruz, e está em plena diversificação de suas atividades. Inaugurado em 1978, era dedicado a cargas florestais até pouco tempo

Publicado em 17 de Setembro de 2024 às 03:50

Públicado em 

17 set 2024 às 03:50
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Vista área de Portocel, em Aracruz, no Norte do ES
Vista área de Portocel, em Aracruz, no Norte do ES Crédito: Sagrilo/Divulgação Portocel
Em plena diversificação de suas atividades, Portocel - terminal portuário que fica em Aracruz e que tem Suzano e Cenibra como acionistas - planeja passos maiores para breve. Após operar as primeiras cargas de carros (importação da China) e café (exportação para Alemanha e Bélgica) de sua história, no segundo semestre de 2024, o objetivo do porto, fundado em 1978 exclusivamente para movimentar celulose e cargas florestais, é a operação de contêineres.
"Observamos com entusiasmo a formação de um hub portuário em Aracruz, enxergamos bons atores e competitividade. Vejo uma atuação em parceria dos terminais daqui, o ecossistema portuário de Aracruz vai competir com outros ecossistemas do país. Cremos em uma expansão do Espírito Santo como plataforma logística do Brasil e, claro, com um crescimento de Barra do Riacho. Portocel estará inserido neste contexto com toda a certeza. Estamos fazendo, carros, café e queremos também contêineres", explicou Alexandre Billot Mori, gerente executivo de Operações de Portocel.
Além de Portocel, Barra do Riacho abriga o Terminal Aquaviário de Barra do Riacho (da Transpetro, especializado em gás), uma área de 500 mil m² da Vports (concessionária responsável pelo complexo portuário de Vitória), o Porto da Imetame (com previsão para ser inaugurado no segundo semestre de 2025) e o Estaleiro Jurong Aracruz.
"Temos retroárea, área para expansões futuras, infraestrutura de transporte pronta, Sudene, ZPE (Zona de Processamento de Exportação) e boa ambiência institucional. Claro que precisamos estar atentos aos debates sobre a ferrovia que traz cargas do Brasil Central, à BR 101 e também não podemos cometer os erros cometidos em outras regiões portuárias, que acabaram estranguladas pelas cidades. O cenário é muito promissor", assinalou o executivo.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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