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Comunicado

Selic: Findes diz entender decisão do BC e cobra clareza do governo federal

Em nota, Federação das Indústrias, embora lamente juros altos, reconhece pressão inflacionária. Empresários querem equilíbrio das contas públicas e reforma tributária

Publicado em 23 de Março de 2023 às 14:23

Públicado em 

23 mar 2023 às 14:23
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Cris Samorini
Cris Samorini, presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo Crédito: Carlos Alberto Silva
A Federação das Indústrias do Espírito Santo soltou, no final da manhã desta quinta-feira (23), um posicionamento sobre a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a taxa básica de juros (Selic) em 13,75% ao ano. Embora afirme que "a política monetária mais restritiva" (ou seja, juros altos) "é um limitador para o crescimento da atividade econômica", a Findes diz entender a decisão "como mecanismo de controle da inflação".
A nota, disparada para associados e executivos da indústria capixaba, destaca que, hoje, os juros para as empresas chegam a quase 20% ao ano, impactando projetos, investimentos e, consequentemente, a economia como um todo. "A partir do momento que a Selic voltar a cair, as taxas de juros do sistema financeiro tendem a acompanhar o movimento. Isso é importante e urgente, afinal, o Brasil ainda figura entre os países com as maiores taxas de juros do mundo".
Feito o preâmbulo, o comunicado da Findes centra fogo no governo federal. "A Federação acredita que o anúncio do novo arcabouço fiscal e o andamento da reforma tributária no Congresso Nacional são decisivos para que o Copom inicie o processo de redução da Selic. O governo federal tem papel fundamental nesse processo. É primordial que a União tenha cautela na condução dos gastos públicos e se comprometa com o equilíbrio fiscal. É preciso clareza sobre os caminhos que o país quer seguir e é determinante que o governo federal sinalize que há austeridade na gestão das contas públicas".

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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