O investimento no novo complexo ficou em R$ 650 milhões. A capacidade produtiva da nova unidade é de 60 mil toneladas por ano. Dali sairão rolos de papel higiênico e lenços para várias partes do Brasil, mas, em sua larga maioria, os clientes estão no Sudeste. Por isso, um centro de distribuição, com sete mil m² e pé direito médio de 17 metros, também foi construído.
A Suzano é e seguirá sendo uma gigante na produção da commodity. Mas, em meados da década passada, a companhia tomou a decisão de agregar valor à sua produção e entrou pesado no mercado de tissue, que são papéis para higiene pessoal. A Suzano investiu em fábricas, comprou a Kimberly Clark no Brasil e, hoje, já é dona da maior fatia do mercado nacional. No mundo, fora os Estados Unidos, o conglomerado brasileiro adquiriu 51% da Kimberly Clark. É uma mudança relevante nos rumos da empresa e também nos rumos da economia capixaba.