"Quase que a totalidade dos recursos irá para a bacia do Rio Doce. Foram abertas pequenas exceções, caso do investimento na BR 262, mas o foco é no Rio Doce. Ficará sob a responsabilidade da União um volume importante de dinheiro que terá de ser aplicado nas 49 cidades mineiras e capixabas diretamente atingidas pela tragédia. Este recurso virá ao longo de 20 anos e, claro, dependerá de bons projetos e articulação lá em Brasília. É um trabalho de médio e longo prazos", explicou o governador Renato Casagrande.
Serão, por exemplo, R$ 11 bilhões para Saneamento, R$ 8,4 bilhões para um fundo de saúde, R$ 8,13 para um fundo ambiental, R$ 8 bilhões para indígenas e comunidades e R$ 5,1 bi para serem administrados pelo BNDES.
Mais uma frente de articulação abre-se para o Espírito Santo. É bom que nos preparemos, afinal, disputar com Minas não é fácil.