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Empreendedores do ES

Na Lata: Empresa capixaba Sollo vai investir no ES e em SP

Companhia do ramo de contact center, liderada pelo empresário Amós Souza, está otimista com o ano de 2021 e estima um crescimento superior a 30%

Publicado em 14 de Fevereiro de 2021 às 02:00

Públicado em 

14 fev 2021 às 02:00
Beatriz Seixas

Colunista

Beatriz Seixas

bseixas@redegazeta.com.br

Amós Alves de Souza é diretor-presidente da Sollo Brasil Contact Center & Tecnologia
Amós Alves de Souza é diretor-presidente da Sollo Brasil Contact Center & Tecnologia Crédito: Sollo/Divulgação
A Sollo, contact center capixaba com atuação em 20 estados brasileiros, está expandindo suas instalações no Espírito Santo e se posicionando também em São Paulo com a inauguração de um novo site na capital paulista. Uma nova filial por aqui, no centro de Vitória, foi inaugurada no último mês para atendimento da ampliação da carteira de clientes durante a pandemia.
Já a inauguração em São Paulo, prevista para maio, tem como foco ampliar os negócios no segmento de atendimento a grupos financeiros no Brasil. Mais de R$ 3 milhões estão sendo investidos nesta nova fase da empresa, que atua desde 1999 no mercado.
“Em meio a pandemia, conseguimos reposicionar a empresa de maneira ágil, produtiva e com muita eficiência, criando soluções importantes e inovadoras para o atendimento das demandas de nossos clientes. Tivemos um crescimento da empresa de 30% em 2020 e, com essa expansão, estimamos um crescimento maior ainda este ano”, conta Amós Souza, diretor-presidente da Sollo.
Empresa capixaba Sollo tem atuação em 20 estados brasileiros
Empresa capixaba Sollo tem atuação em 20 estados brasileiros Crédito: Sollo/Divulgação

PERFIL

  • Nome: Amós Alves de Souza
  • Empresa: Sollo Brasil Contact Center & Tecnologia Ltda
  • Cargo na empresa: Diretor-presidente
  • Empresa está no mercado: Há 21 anos
  • Negócio: Serviços de Contact Center
  • Atuação: Brasil
  • Funcionários: Mais de 1.500

JOGO RÁPIDO COM QUEM FAZ A ECONOMIA GIRAR

Economia:

Os rumos da economia do país afetam diretamente todo o seu povo. Os pilares da economia no Brasil precisam ser revistos urgentemente para a desoneração de toda a sociedade. A reforma administrativa em todos os Poderes tem que acontecer rápida e prioritariamente, diminuindo o custo do Estado. Em seguida, uma reforma tributária que possa criar um ambiente propício ao crescimento vertiginoso e sustentável em um país extremamente rico como o nosso, o que possibilitará maior geração de empregos, renda e, assim, melhores condições de vida para todos os cidadãos.

Pandemia do coronavírus:

Um momento de muita ansiedade, incertezas e tristeza por tantas perdas. Mas, ao mesmo tempo, tem nos obrigado a rever valores e posicionamentos, tanto do ponto de vista pessoal e empresarial, que, acredito, fará com que nos tornemos melhores e mais fortalecidos.

Pedra no sapato:

Os entraves burocráticos, notadamente por legislações arcaicas em todas as frentes, que fazem com que haja uma perda de energia muito grande no setor produtivo.

Tenho vontade de fechar as portas...:

Pelos entraves que o sentimento da “pedra no sapato” me acarreta. 

Solto fogos quando:

Ahh! Muita coisa.  O reconhecimento pelos colaboradores de que a gestão da empresa a torna uma das melhores empresas para se trabalhar; o reconhecimento da qualidade de nosso trabalho pelos nossos clientes; o crescimento ano após ano da empresa, enfim, acho que solto mais fogos na vida do que lamento as pedras no sapato....

Se pudesse mudar algo no meu setor, mudaria...:

Nosso setor é o maior gerador de empregos no Brasil no segmento das empresas de serviço, e o maior volume de vagas é gerado para o jovem no primeiro emprego e para mulheres. Essa geração de oportunidades deveria ser estimulada e não punida como ocorre. Quanto mais empregos gerados, surgem mais obrigações e exigências a cumprir... 

Minha empresa precisa evoluir em:

Nosso segmento é constituído fundamentalmente de pessoas e tecnologia. Assim, a necessidade de evolução é constante, seja em inovação, seja na evolução nos processos que nos afetam, assim como no entendimento do ser humano que também muda muito a cada geração. 

Se começasse um novo negócio seria...:

Não mudaria. Gosto de gente e acho que não teria segmento melhor para eu me realizar.

Futuro:

Continuar crescendo, gerando empregos, renda, satisfação aos nossos colaboradores e crescimento aos nossos clientes. 

Uma pessoa no mundo dos negócios que admiro:

Todos no Brasil que conseguem sucesso empreendendo, porque empreender no Brasil não é coisa para amador.

Beatriz Seixas

Jornalista de A Gazeta, há mais de 10 anos acompanha a cobertura de Economia. É colunista desde 2018 e traz neste espaço informações e análises sobre a cena econômica

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