Há cerca de dois anos, quando o então presidente da Abirochas Reinaldo Sampaio participou da Vitória Stone Fair, ele comentou que o setor de rochas estava no seu terceiro ciclo de exportações. O primeiro ele disse ter sido o dos blocos, o segundo foi o das chapas serradas e polidas e o terceiro e atual ciclo é com o produto final. Esse ciclo citado por Sampaio é uma realidade da maior parte das empresas do Estado ou ainda se concentra nas grandes companhias?
A pandemia trouxe impactos e dificuldades para muitos setores, mas o segmento de rochas ornamentais conseguiu alcançar bons resultados em 2020 e, em 2021, também apresenta bom desempenho. Quais as perspectivas para o restante de 2021? O segmento projeta crescer?
Todos os segmentos econômicos têm passado por grandes transformações em função das novas tecnologias. De que forma a inovação tem feito parte do segmento de rochas ornamentais?
O presidente Jair Bolsonaro sancionou, neste mês de agosto, a nova alíquota unificada do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) incidente sobre os itens destinados à pavimentação ou revestimento, com origem de rochas ornamentais e cerâmica, passando de 5% para 1%. O que isso representa para o setor de rochas?
O setor de mármore e granito ainda convive com acidentes de trabalho graves, em alguns casos até fatais. Como representante do setor, quais orientações que a entidade dá e trabalha para reduzir os acidentes? Onde o segmento está pecando?
Quais são as principais diretrizes que o senhor pretende seguir à frente da instituição?
Qual legado pretende deixar?
Ed Martins
Proprietário da Angramar Granitos e Mármores, localizada em Cachoeiro de Itapemirim, o empresário assumirá a presidência da entidade patronal do setor de rochas no Espírito Santo (Sindirochas). Ele já atuou no conselho do Sindirochas, além da experiência como diretor regional Centro-Sul da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes).