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Beatriz Seixas

Tome Nota: investidores pegam empréstimos para comprar ações baratas

Reflexos do coronavírus e oscilação da bolsa estão testando investidores. Confira as curiosidades e os bastidores da cena econômica que não passaram despercebidos pela coluna

Publicado em 17 de Março de 2020 às 05:00

Públicado em 

17 mar 2020 às 05:00
Beatriz Seixas

Colunista

Beatriz Seixas

bseixas@redegazeta.com.br

Coronavírus está afetando o cenário econômico mundial Crédito: Shutterstock
Enquanto a queda da bolsa de valores brasileira tem deixado algumas pessoas apavoradas, há quem consiga ter sangue-frio para aproveitar a baixa do preço das ações após os reflexos da pandemia do coronavírus. Alguns corajosos estão até pegando empréstimos para comprar papéis "baratos". A coluna soube de casos de investidores que contraíram dívidas de até R$ 300 mil para negociar no mercado financeiro. Loucura?! Alguns chamam isso de oportunidade. 

MIGRAÇÃO DE INVESTIMENTOS

volatilidade do mercado financeiro e as baixas taxas de juros já estão fazendo com que empresários do setor da construção civil criem expectativas para que investidores realoquem seus recursos em negócios imobiliários. “Em tempos de incerteza, o melhor ativo e mais seguro é o imóvel, fora que oferece uma boa rentabilidade no longo prazo”, defendeu uma fonte.
A coluna quis saber se a migração já havia iniciado aqui no Estado. O empresário contou que não, mas deu o exemplo do que aconteceu na crise de 2008. “Difícil prever esse movimento, mas em 2008, na crise do mercado imobiliário dos Estados Unidos, começamos a ver uma migração no início de 2009.”

SAUDAÇÃO MEDICADA

O clima de tensão com o coronavírus, as reações dos mercados financeiros e o futuro da economia já afetam até a forma dos cumprimentos pelos grupos de WhatsApp. Esta colunista mesmo recebeu uma saudação de um empresário capixaba. “Bom dia! A semana vai nos fazer consumir muito chá de cidreira, remédio para a pressão e Lexotan. Haja, Rivotril!”, alertou sem perder o bom-humor.

AÇÕES EMERGENCIAIS

Depois do baque nos mercados financeiros, são as empresas e indústrias, sejam elas de pequeno ou grande porte, que começam a sentir os efeitos da pandemia do coronavírus. Afinal, com as restrições de circulação e os cuidados necessários, naturalmente a demanda por produtos e serviços é reduzida.
Dado o cenário delicado, o IEL (Instituto Euvaldo Lodi, da Findes) irá em parceria com o Sebrae preparar uma capacitação para que as empresas possam elaborar planos de contingência. De acordo com a Findes, essa capacitação será realizada ao longo desta semana, e as demandas para participar deverão ser feitas por meio dos sindicatos.

Beatriz Seixas

Jornalista de A Gazeta, há mais de 10 anos acompanha a cobertura de Economia. É colunista desde 2018 e traz neste espaço informações e análises sobre a cena econômica

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