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Tome Nota

Unidades de processamento de gás do ES estão ociosas

As duas plantas industriais para tratar o gás natural, uma em Linhares e outra em Anchieta, não chegam a utilizar 30% da capacidade, segundo levantamento do Ideies

Publicado em 07 de Janeiro de 2021 às 05:00

Públicado em 

07 jan 2021 às 05:00
Beatriz Seixas

Colunista

Beatriz Seixas

bseixas@redegazeta.com.br

Unidade de Tratamento de Gás em Cacimbas, Linhares, da Petrobras, deve receber novos investimentos
Unidade de Tratamento de Gás em Cacimbas fica em Linhares, Crédito: Miplan Engenharia/Reprodução site/Divulgação
As duas unidades de processamento de gás natural (UPGNs) instaladas no Estado, ambas da Petrobras, estão com uma elevada ociosidade, segundo aponta o estudo "Gás Natural: Desafios e Oportunidades para o Espírito Santo” produzido pelo Ideies/Findes, que utilizou como base dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP).
A planta de Cacimbas, localizada em Linhares, é a terceira maior do país, com uma capacidade de processar diariamente cerca de 18 milhões de metros cúbicos (m³) de gás natural, mas atualmente utiliza apenas 27% da sua capacidade, com o processamento de 4,89 milhões de m³ diários.  
Já a unidade Sul Capixaba, em Anchieta, está utilizando somente 23,2% da sua capacidade total. Dos 2,5 milhões de metros cúbicos de gás que pode processar por dia, ela processa 580 mil, conforme a publicação do Ideies. Assim como acontece no Estado, pelo país as UPGNs também estão, em sua maioria, ociosas. Elas, que juntas podem processar 105,2 milhões de m³ de gás por dia,  utilizam 58,2% da capacidade total.
Para o analista de Estudos e Pesquisas do Ideies Nathan Diirr, o dado mostra como é importante o país conseguir avançar no novo marco regulatório do gás natural.  "Hoje a Petrobras é a detentora dessa infraestrutura, mas se o produtor independente puder usar a capacidade ociosa isso gera mais oferta para o mercado, vai ter mais competição para a molécula e a tendência é que a tarifa para o consumidor final seja reduzida."

VENDA DE VEÍCULOS NO ES CAI 12,8% EM 2020

O segmento de veículos fechou 2020 com uma baixa de vendas no Espírito Santo de 12,8% em relação ao ano de 2019. Foram emplacadas 62.376 unidades no ano passado, entre automóveis, comerciais leves, motocicletas, caminhões, ônibus e implementos rodoviários, contra 71.587 em 2019, segundo dados do Sincodives, Sindicado dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do Estado. Apesar do resultado ter sido pior de um ano para o outro, na comparação com o Brasil, o Espírito Santo se saiu melhor. No país, a queda de vendas foi de 26,16%, conforme dados da Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave).
Fábrica da Marcopolo/Volare em São Mateus
Fábrica da Marcopolo/Volare em São Mateus: vendas de ônibus e caminhões no ES em 2020 chegou a quase 3 mil unidades Crédito: Marcopolo/Reprodução
De janeiro a agosto de 2020, o desempenho da comercialização de veículos no Estado ficou abaixo do registrado em 2019. Mas de setembro até dezembro, os números apresentaram reação e foram melhores que em 2019. Tanto é que nos últimos quatro meses do ano houve uma alta de quase 7%, percentual que poderia ser maior, segundo especialistas, se o setor não tivesse enfrentado a baixa disponibilidade de veículos em virtude da falta de componentes para a produção das montadoras.

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

Empresas da área do varejo têm constatado, em suas seleções de emprego, um número crescente de candidatos com um histórico de violência contra a mulher. Um empresário contou à coluna que antes, entre profissionais com alguma passagem pela polícia, em geral, os crimes cometidos estavam relacionados ao tráfico ou ao porte de drogas. “Mas agora têm sido recorrentes os casos de homens enquadrados da Lei Maria da Penha. Isso vem nos impressionando muito”, relatou.

Beatriz Seixas

Jornalista de A Gazeta, há mais de 10 anos acompanha a cobertura de Economia. É colunista desde 2018 e traz neste espaço informações e análises sobre a cena econômica

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