Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Ensino superior

Os 50 anos do curso de Comunicação na Ufes

Orgulho-me em dizer que faço parte dessa história. São 36 anos como professor do curso e quatro anos como aluno

Publicado em 15 de Agosto de 2025 às 04:45

Públicado em 

15 ago 2025 às 04:45
Fernando Manhães

Colunista

Fernando Manhães

fernandomanhaes@prix.com.br

Pois é: o tempo passou e o curso de Comunicação Social da Ufes completou 50 anos de vida. Tudo começou em 1975, com a criação do curso com habilitação em Jornalismo, marcando o seu pioneirismo no Espírito Santo. Em 1980, surge o curso de Publicidade e Propaganda e, somente em 2010, foi criado o curso de Cinema e Audiovisual. E, por último, em 2014, a criação do mestrado em Comunicação e Territorialidades.
A criação do curso de Comunicação foi decisiva para desenvolver e qualificar os profissionais que já atuavam à época. E, a partir daí, o curso foi responsável pela formação de gerações de jornalistas e publicitários. São cinco décadas de formação profissional, moldando de forma indiscutível o mercado de comunicação capixaba. De lá para cá, formou milhares de profissionais que contribuíram para o crescimento do mercado, absorvendo tendências e também ditando comportamentos.
Mas o curso não é só ensino, pesquisa e extensão. É também um mix de emoções, vitórias e lutas: a falta de professores no início do curso, equipamentos emprestados e sucateados, a mudança do CCJE para o Centro de Artes e os intermináveis anos para a atualização dos currículos.
Desses 50 anos, participo de forma ativa com 40 anos de envolvimento direto com o curso e a universidade. Orgulho-me em dizer que faço parte dessa história. São 36 anos como professor do curso e quatro anos como aluno. Além disso, fiz parte da primeira turma de Publicidade. É impossível pensar na minha carreira profissional sem dedicar ao curso de Comunicação.
Por fim, nesta última semana, fui coroado com um fato inédito no curso. Orientei a aluna Renata Portela no seu trabalho de conclusão de curso. Até aí, nada demais, se a sua mãe, Paula Portela, não tivesse sido minha aluna exatos 30 anos atrás.

Fernando Manhães

É publicitário e escreve sobre suas experiência em Portugal, com foco em consumo e sustentabilidade.

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Novos radares na Rodovia José Sete, entre Alto Lage e o Terminal de Itacibá.
Pode ter radar sem placa de aviso? Veja o que diz a lei
Trio é indiciado por golpe com prejuízo de R$ 130 mil a idoso em Venda Nova do Imigrante
Trio é indiciado por golpe que causou prejuízo de R$ 130 mil a idoso em Venda Nova
Célio Cabral Loura, foi morto a tiros em uma chácara em Córrego do Perdido
Primo de ex-prefeito é assassinado a tiros após cavalgada em Ibatiba

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados