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Leonel Ximenes

Alerta: não fique refém da Inteligência Artificial quando vender seu carro

Advogado capixaba recomenda:  consumidor deve ficar atento para não aceitar propostas muito abaixo do real valor do bem

Publicado em 24 de Outubro de 2025 às 16:17

Públicado em 

24 out 2025 às 16:17
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

Veículos que tem grande liquidez no mercado de zero quilômetro não necessariamente terá grande liquidez no mercado de usados e seminovos
O Espírito Santo registrou um total de 11.536 veículos vendidos em setembro Crédito: Shutterstock
O Espírito Santo registrou um total de 11.536 veículos vendidos em setembro, considerando todos os segmentos, segundo dados do Sindicato das Concessionárias no Estado (Sincodives). O número confirma o aquecimento do mercado automotivo capixaba, no qual os carros usados têm papel importante — muitas vezes, servindo como entrada para a compra de veículos novos.
Com esse movimento, também cresce o uso de plataformas virtuais e ferramentas de Inteligência Artificial que prometem avaliar o valor de mercado dos automóveis em segundos. A praticidade é inegável, mas o consumidor deve ficar atento para não aceitar propostas muito abaixo do real valor do bem.
O advogado Fábio Marçal alerta que a tecnologia deve ser usada como aliada, não como fator de desequilíbrio na negociação. “Claro que não haverá o valor exato da tabela Fipe, visto que sabemos que há a questão do lucro e da manutenção das empresas. Mas há formas nas quais o consumidor pode encontrar soluções para que não se sinta prejudicado nessa relação”, afirma o especialista.

CAUTELAS ADICIONAIS

É preciso que se tenha cuidados essenciais, segundo Marçal, como a pesquisa do preço de mercado, com consulta à tabela Fipe, anúncios de modelos semelhantes e sites especializados. "Avalie em mais de um lugar. Não aceite também a primeira proposta. Faça cotações em diferentes lojas e concessionárias", recomenda.
O advogado ainda orienta o vendedor a apresentar o veículo em boas condições, manter todos os documentos em ordem, comprovante de revisões e IPVA pago em dia. "São detalhes que fazem toda diferença."
Marçal pontua que, no caso de o consumidor se sentir lesado, instituições como o Procon podem ser procuradas. "A inteligência artificial pode facilitar o processo de compra e venda, mas também exige um consumidor mais atento e informado. Entender o valor real do próprio veículo e buscar diferentes fontes de avaliação é a melhor forma de garantir que a negociação seja justa, e que ninguém acabe refém dos algoritmos", finalizou.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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