Para o autor do projeto, a medida vai contribuir com a segurança, principalmente das crianças, deixando os pais menos preocupados. Esmeraldo destacou que das 1,8 milhão de piscinas no país, apenas 40 mil possuem equipamentos de segurança e que muitas crianças morreram pela falta desses dispositivos.
“Meu neto quase foi sugado lá em casa porque não tinha e depois eu coloquei porque é algo fundamental. Vai evitar tragédias”, ressaltou o parlamentar pedetista.
O deputado Tyago Hoffmann (PSB), que deu parecer pela constitucionalidade e aprovação da matéria, afirmou que aproximadamente 85% dos afogamentos em piscinas poderiam ser evitados com o emprego de dispositivos de segurança. “Os ralos antissucção quando acionados permitem que as pessoas não sejam sugadas e sofram um afogamento”, explicou.
"Essa lei aprovada na Assembleia vem trazer mais segurança para as nossas crianças", elogia a capitã Gabriela, especialista em salvamento aquático do Corpo de Bombeiros do ES. "O afogamento é a maior causa de morte em crianças de 1 a 4 anos. Muitos desses afogamentos acontecem pela sucção do ralo de piscinas", alerta.
Na Câmara dos Deputados, um projeto semelhante está tramitando, apresentado pelo deputado José Nelto (PP-GO). O PL 2665/22 determina a instalação de equipamentos de segurança em piscinas coletivas como condição obrigatória para concessão do alvará de funcionamento.
Se a matéria for aprovada, sistemas antissucção e de desligamento da bomba poderão ser cobrados para garantir o funcionamento das piscinas em todo o país.