No dia 7 de maio o mundo (sim, os povos estão atentos) vai saber quem receberá o cobiçado título de
Cachoeirense Ausente Nº 1 de 2025. Estão no páreo dois candidatos: a desembargadora Marianne Júdice de Mattos e o arquiteto Henrique Osvaldo Vivácqua Campos.
A honraria é concedida a cachoeirenses que vivem e se destacam profissionalmente em outras cidades e será entregue em junho, na Festa de Cachoeiro.
No ano de 1994 foi nomeada para o cargo de juíza substituta do
Tribunal de Justiça do ES após aprovação em concurso público de provas e títulos. E em 2022 foi promovida, por antiguidade, ao cargo de desembargadora do Tribunal de Justiça do Estado. Já exerceu o cargo de presidente da Associação de Magistrados do ES (2020-2022).
Henrique Osvaldo Vivácqua Campos, por sua vez, nasceu no dia 16 de janeiro de 1939. É graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e fez o curso de “Planejamento Urbano – Transporte Urbano”, promovido pela New York University (EUA).
Exerceu a função de arquiteto da Caixa Econômica do Estado de Minas Gerais; diretor e criador do Curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário UNIBH, em Belo Horizonte; e diretor da Escola de Arquitetura da UFMG.
A eleição ocorrerá no Auditório Marília Mignoni, do Palácio Bernardino Monteiro, na Praça Jerônimo Monteiro, Centro, das 13h às 16h, em votação secreta dos representantes das instituições listadas no Decreto Nº 24.451/2014, que regulamenta a Lei Municipal Nº 6.960/2014, referente à entrega de homenagens e honrarias em Cachoeiro.
E como estamos falando da Capital Secreta, o voto para escolha do Cachoeirense Ausente também será secreto. Mas, ao que consta, não serão queimados - porque aí seria praticamente um Conclave.