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Leonel Ximenes

Auxiliares de Casagrande querem saber se são alvos de inquéritos policiais

Ambos pediram à Justiça Federal informações sobre a existência de procedimentos instaurados pela Polícia Federal

Públicado em 

24 mar 2022 às 02:09
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

O secretário de Estado da Ciência e Tecnologia, Thyago Hoffmann (E), e o diretor-presidente do Bandes, Munir Abud
O secretário de Estado da Ciência e Tecnologia, Tyago Hoffmann (à esquerda), e o diretor-presidente do Bandes, Munir Abud Crédito: Divulgação
O secretário de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovação, Educação Profissional e Desenvolvimento Econômico, Tyago Hoffmann, e o diretor-presidente do Bandes, Munir Abud, entraram, no dia 1º de fevereiro, com uma ação de declaração de ausência na Justiça Federal endereçada à Polícia Federal.
Ambos, representados pelo mesmo advogado, fizeram requerimento à PF “de modo a apurar se o nome e CPF do requerente consta em algum procedimento atualmente em curso, especialmente em Inquérito Policial”.
Uma decisão sobre o assunto já foi proferida pela 4ª Vara Federal Cível de Vitória, em 4 de fevereiro deste ano, referente a Hoffmann. O Poder Judiciário respondeu da seguinte forma:
“Essa certidão está disponível no próprio site da Justiça Federal no seguinte endereço eletrônico: www.jfes.jus.br/servicos/certidao-eletronica/, com a emissão gratuita de Certidão de Nada Consta (que vale para feitos em trâmite nas Varas de Execução Fiscal e Criminais). Assim, não há necessidade de direcionar tal pedido a uma das Varas desta Seccional. Inclusive o requerimento está direcionado à Direção do Foro, órgão que poderá dirimir qualquer dúvida”, aponta a decisão da Justiça Federal no Espírito Santo.
O processo, em nome de Munir Abud, ainda aguarda decisão/despacho da Justiça Federal. Cada caso foi avaliado por magistrados diferentes.
Fontes jurídicas explicam que quando o procedimento investigativo é sigiloso – na maioria das situações –, só há abertura e compartilhamento de dados sensíveis, como o do CPF, depois de finalizada a investigação preliminar.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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