O projeto de restauro está orçado em R$ 10 milhões. O banco estatal vai investir R$ 4,5 milhões no projeto enquanto a mineradora está investindo R$ 5,5 milhões.
Segundo a presidente do
Instituto Modus Vivendi, Erika Kunkel, responsável pelo restauro do Santuário Nacional, a chegada do BNDES ao projeto garante a sua conclusão por completo: “As duas empresas estão viabilizando uma relevante ação de promoção à memória e à cultura capixabas, com uma ressignificação única no Estado da relação das pessoas com a sua história”, comemora.
As obras no Santuário Nacional de São José de Anchieta, um dos monumentos mais antigos do país, têm previsão de conclusão para maio de 2021. Além de obras civis e de restauro, o projeto prevê a inclusão de novos espaços como café, loja para vender lembranças do Santuário e do santo, canonizado em 2014 pelo papa Francisco, banheiros acessíveis, paisagismo cultural, museu interpretativo e centro de documentação jesuítica.