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Leonel Ximenes

Café capixaba é exportado para a Suíça a bordo de um barco a vela

Projeto piloto de fazenda capixaba vai usar barcos com pegada de carbono positiva

Publicado em 24 de Maio de 2024 às 15:52

Públicado em 

24 mai 2024 às 15:52
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

Saca de café sendo embarcada no veleiro ancorado no Iate Clube do ES
Saca de café sendo embarcada no veleiro que saiu de Vitória Crédito: Lucas Knupp
Das montanhas capixabas paras as montanhas suíças sem prejudicar o meio ambiente. Um veleiro partiu nesta quinta-feira (23), da Praia do Canto, levando uma carga preciosa para a Suíça: 600 quilos de quatro variedades de café produzidas na região de Pedra Azul e também no Norte do ES.
Das quatro variedades de café, três foram produzidas na Fazenda Camocim, na Região Serrana: Catucaí-Açu, Arara e Bourbon Amarelo. Do Norte do Estado seguiu um microlote de Conilon Especial. Foram embarcadas 10 sacas de 60 kg, cada, adquiridas por um comprador particular suíço.
“Este é um projeto piloto de inovação de logística pelo qual a gente vai usar barcos com pegada de carbono positiva. É o primeiro barco em que a gente vai enviar microlotes de café especiais. Só coisa top vai utilizar esta logística”, explica Henrique Sloper, proprietário da Fazenda Camocim.
Sloper diz também que o impacto do carbono sempre foi uma preocupação da Camocim: “Desde 1999 a gente sequestra carbono na fazenda, que tem uma produção agroflorestal, orgânica, biodinâmica e regenerativa.”
Veleiro Taya na Baía de Vitória em rota de navegação
Veleiro Taya na Baía de Vitória em rota de navegação Crédito: Lucas Knupp
Neste caso não se trata de uma exportação convencional, envolvendo grandes lotes do produto. O comprador individual (não é uma empresa) dos microlotes capixabas levou o café verde (in natura) para ser torrado na Europa. Uma das 10 sacas vai ficar na França.
O veleiro Taya está levando apenas duas pessoas - o comprador suíço e sua namorada. A viagem até o porto de Nice, na França, deve levar 36 dias. De lá, a carga de microlotes dos cafés capixabas vai seguir por transporte de frete (de carbono neutro) até a Suíça.
"É uma grande oportunidade poder registrar esse momento histórico e acompanhar a valorização e apreciação dos nossos cafés. Fiquei orgulhoso  e emocionado quando vi a bandeira da Suíça tremulando", conta o fotógrafo especialista em cafés especiais Lucas Knupp, que é descendente de suíço e registrou o embarque.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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