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Leonel Ximenes

Casal capixaba denunciado pelo Fantástico está foragido há mais de um mês

Os dois são acusados de estarem envolvidos na compra de remédios furtados de tratamento contra o câncer

Publicado em 06 de Junho de 2024 às 03:11

Públicado em 

06 jun 2024 às 03:11
Leonel Ximenes

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Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

Gleidson e Julianna são apontados como receptores dos medicamentos furtados em São Paulo
Gleidson e Julianna são apontados como receptores dos medicamentos furtados em São Paulo Crédito: Reprodução / TV Globo
O casal capixaba Gleidson Lopes Soares e Julianna Riter Lopes, citado em reportagem do Fantástico, em janeiro deste ano, como envolvido na compra de remédios furtados de tratamento contra o câncer, está foragido há mais de um mês.
Os medicamentos para o tratamento foram furtados em Campinas (SP), e o casal é acusado de receptar essas drogas. A Justiça de São Paulo expediu mandado de prisão para ambos no dia 30 de abril.
Até o momento, segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), os dois não foram encontrados. A Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), por sua vez, informou que o casal não ingressou no sistema penitenciário do Espírito Santo.
A reportagem do Fantástico explicou que Gleidson é empresário e Julianna era servidora da Assembleia Legislativa, mais especificamente do gabinete do deputado Delegado Danilo Bahiense (PL). Ela foi exonerada logo após a exibição da matéria na TV Globo.

COMO O CASAL AGIA, SEGUNDO O FANTÁSTICO

O programa mostrou que Gleidson e Julianna dirigiam uma ONG de apoio a pessoas com dificuldade de locomoção na Serra. Ela também era sócia da Saúde e Vida Comércio e Representações, uma empresa de produtos hospitalares. No celular de uma das suspeitas presas pelo crime, em São Paulo, foram encontrados comprovantes de depósito feitos na conta da Saúde e Vida e da própria conta da Julianna.
Segundo a matéria, exibida em janeiro, o advogado de Gleidson e Julianna disse que ela não participou do negócio e que foi Gleidson que fez a compra dos medicamentos com um outro suspeito, mas que ele não sabia que eram furtados. Negou ainda que o empresário tenha pedido a compra de qualquer remédio contra o câncer.
O mandado de prisão preventiva contra ambos tem validade até 30 de abril de 2044. O pedido de detenção está respaldado pelas acusações de "promover, constituir, financiar ou integrar, pessoalmente ou por interposta pessoa, organização criminosa", "falsificar, corromper, adulterar ou alterar produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais" e "apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio".
O Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), mantido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), informa que o mandado contra ambos está pendente de cumprimento.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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