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Leonel Ximenes

Celular cobiçado, Pix alto e troca do cartão: os perigos do carnaval

Saiba como se defender de tentativas de golpes e atos criminosos no período da folia

Publicado em 09 de Fevereiro de 2024 às 03:11

Públicado em 

09 fev 2024 às 03:11
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

Polícia recupera mais de 300 celulares roubados durante operação na Grande Vitória
Polícia recupera mais de 300 celulares roubados durante operação na Grande Vitória Crédito: Polícia Civil / Divulgação
Os dias de folia e a grande circulação de pessoas durante o feriadão do carnaval se tornam um atrativo para golpes e crimes. O advogado criminalista e especialista em Segurança Pública Fábio Marçal pontuou alguns dos itens que deverão ser mais visados por criminosos e golpistas.
“O celular é o aparelho mais procurado, já que muitas pessoas não andam mais com dinheiro no bolso. Então, é essencial que o folião não use o telefone no meio do bloco, já que aumentam muito as chances de ocorrer furto. O uso de uma doleira é uma alternativa”, sugere.
Marçal lembra que é importante que o celular possua a tecnologia de bloqueio de tela, uma vez que, em caso de furto, é um impeditivo para acesso a aplicativos, especialmente os de banco e de pagamentos. “Jamais guarde suas senhas em blocos de notas”, alertou.
Outra situação que pode acontecer é a troca do valor do Pix. “Infelizmente, há pessoas que praticam má-fé e podem se aproveitar dos momentos de embriaguez do folião para cobrar nas máquinas valor além do devido no Pix. O cliente pode não perceber no momento de efetuar a compra e só vai ter noção disso quando for verificar o que realizou de transações.”
Além disso, existe a possibilidade de troca de cartão. “Por incrível que pareça, há golpistas que têm cartões idênticos aos de alguns clientes. Eles acabam realizando trocas desses cartões sem que o cliente perceba e ainda conseguem pegar a senha, alegando que inicialmente a transação não deu certo. Uma orientação que ressalto é: nunca entregue seu cartão para alguém inserir na máquina e realizar o pagamento. Faça você mesmo.”

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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