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Leonel Ximenes

Conheça o “prefeito tatu” do ES: ele abre mais de um bueiro por semana

"São obras que parecem simples, mas que são fundamentais para garantir o direito de ir e vir das pessoas”, defende o gestor

Públicado em 

28 nov 2024 às 12:48
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

Operários constroem mais um bueiro em Barra de São Francisco
Operários constroem mais um bueiro em Barra de São Francisco Crédito: Gilberto Gil
O presidente Washington Luís ficou imortalizado na história do Brasil pelo lema “governar é abrir estradas”. Pouco mais de 100 anos depois, para o prefeito da pequena Barra de São Francisco, no noroeste do Espírito Santo, o buraco é mais embaixo: para ele, governar é abrir bueiros. E não se trata de uma mera e abstrata frase de efeito de governo. Aos números.
Desde o começo da sua atual gestão, de janeiro de 2021 até novembro de 2024, o prefeito Enivaldo dos Anjos (PSB) construiu 241 bueiros em diversos pontos do município, o que dá a incrível média de 5,1 bueiros por mês ou um a cada seis dias, em média.
“Nossa administração está empenhada em melhorar e adequar as estradas rurais. Com dedicação, as equipes têm implantado bueiros com manilhas e casqueiros de granito, facilitando o escoamento das águas durante o período chuvoso, preservando as estradas e beneficiando produtores e comunidades rurais”, explica o veterano Enivaldo dos Anjos, reeleito com expressiva votação em outubro (64,23% dos votos).
Enivaldo dos Anjos em sessão na Assembleia nesta segunda-feira (02)
Enivaldo dos Anjos: “Na cidade, as pessoas se preocupam com a mobilidade urbana, na roça a gente se preocupa com a mobilidade rural" Crédito: Tati Beling/Ales
Para o prefeito, essas pequenas obras são fundamentais para a realidade do interior capixaba. “As pessoas da cidade grande, que não conhecem a realidade do interior, às vezes não atendem a importância de um bueiro, uma pequena ponte na área rural. São obras que parecem simples, mas que são fundamentais para garantir o direito de ir e vir das pessoas.”
E complementa: “Na cidade, as pessoas se preocupam com a mobilidade urbana, na roça a gente se preocupa com a mobilidade rural, o acesso da ambulância, do carro da polícia, o escoamento da produção agrícola, o transporte escolar, a circulação entre o campo e área urbana”.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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