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Leonel Ximenes

Conheça os cinco tipos de violência doméstica que atingem as mulheres

Cartilha elaborada por residentes do curso do Centro de Ciências da Saúde da Ufes orienta as mulheres durante o isolamento social

Publicado em 30 de Junho de 2020 às 18:56

Públicado em 

30 jun 2020 às 18:56
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

Mulheres são vítimas da violência doméstica durante a pandemia
Mulheres são vítimas da violência doméstica durante a pandemia Crédito: Divulgação/ Agência Brasil
Os números indicam que a violência contra a mulher no ambiente doméstico vem aumentando durante o isolamento social decorrente da pandemia do novo coronavírus. Para orientar as mulheres em como se defender e buscar auxílio quando houver necessidade, residentes do Programa Multiprofissional em Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente, do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Ufes, fizeram a cartilha “Violência Contra a Mulher em Tempos de Quarentena”.
A publicação, que faz parte de um projeto do governo federal que tem como meta fortalecer ações para o enfrentamento e a prevenção do novo coronavírus, lista os cinco tipos de violência doméstica aos quais as mulheres estão sujeitas:
* Física - É a agressão ao corpo, que pode acontece por meio de socos, empurrões, beliscões, chutes, mordidas ou ameaças pelo uso de armas;
* Psicológica - É a agressão verbal, ameaças e humilhação;
* Moral - É a utilização de palavras que ofendem, mentem e desqualificam;
* Sexual - É a prática do sexo sem consentimento, por meio de força ou ameaça, mesmo com seu próprio parceiro(a) ou companheiro(a);
* Patrimonial - É a que provoca danos, perdas ou retenção de bens materiais e valores que limitem a autonomia da mulher.
A violência doméstica, segundo a cartilha dos residentes da Ufes, se configura quando a violência é praticada dentro de casa. Ela gera sofrimento físico, moral, sexual, psicológico e pode ser praticada por pais, mães, irmãos, padrastos, madrastas e cônjuges, mesmo que eles não convivam na mesma residência. A publicação destaca que a violência contra a mulher é considerada uma violência de gênero.
Mas as mulheres não devem se calar se sofrerem violência. A cartilha da Ufes lista os locais onde elas podem denunciar e buscar ajuda. Polícia Militar (190); Central de Atendimento à Mulher (180); Ministério Público (127); Disque-Denúncia (181); Defensoria Pública Estadual (27-99837-4549 - WhatsApp); Plantão de Atendimento Especializado à Mulher no ES (27-3323-4045).
Além da cartilha “Violência Contra a Mulher em Tempos de Quarentena”, os residentes do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Ufes fizeram uma específica de prevenção à pandemia: “Prevenção Contra a Covid-19
A Ufes explica que a elaboração do material foi motivada por dados divulgados pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MDH), segundo os quais, durante os primeiros meses da pandemia, as agressões sofridas pelas mulheres aumentaram 28%.
Informações do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicam que as brigas entre casais tiveram aumento de 431%, enquanto o número de feminicídio cresceu 22,2% durante esse período.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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