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Leonel Ximenes

Criação de novos presídios modelo em estudo no ES

Neste conceito, os próprios presos, denominados recuperandos, são corresponsáveis por sua recuperação

Publicado em 09 de Julho de 2023 às 03:11

Públicado em 

09 jul 2023 às 03:11
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

A Apac de Cachoeiro de Itapemirim fica localizada no bairro Monte Líbano
Carceragem da Apac de Cachoeiro de Itapemirim Crédito: Divulgação/ Governo do Estado
O Grupo Especial de Trabalho em Execução Penal (Getep) do Ministério Público Estadual, coordenado pelo procurador de Justiça Cézar Augusto Ramaldes da Cunha Santos, instaurou procedimento administrativo com o objetivo de acompanhar e fomentar a implantação do método Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac) no Espírito Santo. Esse método é visto como um tipo de presídio modelo.
Para participar da Apac é necessário que o detento seja voluntário e que passe por um treinamento para conhecer o conceito e o método aplicado nesses presídios.
A metodologia utilizada caracteriza-se pelo estabelecimento de uma disciplina rígida, baseada no respeito, na ordem, no trabalho e no envolvimento da família do recuperando. Uma das principais diferenças em relação ao sistema prisional comum é que, na Apac, os próprios presos, denominados recuperandos, são corresponsáveis por sua recuperação.
A única unidade existente no Espírito Santo é a de Cachoeiro de Itapemirim. Cabe à Apac aplicar a metodologia de ressocialização. A custódia do apenado, porém, permanece sob responsabilidade da Sejus.
Segundo o texto do MP, “enquanto os índices nacionais de reincidência são de 80% enquanto com a utilização do método APAC o índice cai para 13,9%”.
Além disso, o documento ressalta que “a redução da criminalidade e a segurança pública não serão alcançadas apenas com medidas repressivas de criminalização das condutas ou endurecimento das penas, mas sobretudo com a garantia da dignidade dos reclusos, dando-lhes acesso a trabalho, educação e assistência social durante o cumprimento da pena, tentando assegurar que retornem ao convívio social aptos para recomeçarem suas vidas”.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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