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Leonel Ximenes

Criminosos voltam a desafiar a polícia com pichação e ameaça em Vitória

Em março aconteceu na Ilha do Príncipe; agora é no Romão, onde os bandidos ordenam que se retire o capacete, abaixem o vidro e falam em "bala"

Publicado em 07 de Maio de 2021 às 13:00

Públicado em 

07 mai 2021 às 13:00
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

O muro da vergonha e da ousadia dos criminosos no Romão
O muro da vergonha e da ousadia dos criminosos no Romão Crédito: Foto do leitor
Aconteceu outra vez, agora na parte alta do Romão, em Vitória: bandidos picharam um muro da Rua Ormando Aguiar, a principal do bairro, com ameaça e intimidação a pedestres e motoristas, como se fosse um Estado paralelo. Infelizmente, não é uma exceção na Capital.
No começo de março, como mostrou a coluna, a 400m de um destacamento da Polícia Militar, criminosos picharam um muro no acesso principal à Ilha do Príncipe ameaçando “bala” nos moradores. Duas horas depois que a coluna publicou a matéria sobre a ameaça pública, o prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos) mandou apagar as mensagens.
No Romão, o método é semelhante. Os bandidos ordenam que os motociclistas tirem o capacete, abaixem o vidro e ainda falam em bala. A propósito, a Rua Ormando Aguiar fica a quatro quilômetros de distância da Av. Jurema Barroso, na Ilha do Príncipe, cujo muro foi pichado em março. As duas vias estão nas extremidades do Centro da Capital.
Em janeiro o Romão foi palco de dois crimes bárbaros. Um menor de apenas 8 anos de idade foi assassinado. No atestado de óbito consta como causa da morte “politraumatismo, ação contundente, homicídio”. E um adolescente de 13 anos também foi morto por vingança, segundo a polícia.
Tanto o Romão como a Ilha do Príncipe estão sob a jurisdição do 1º Batalhão da Polícia Militar, que reúne bairros da parte insular, ou seja, da ilha de Vitória. Na região, a mais tradicional da Capital, tem sido registrado aumento nos conflitos armados de criminosos contra militares.
Segundo a Polícia Militar, em 2018, foram 33 tentativas de homicídio por resistência à ação da polícia. Já em 2019, 53. No ano seguinte, 104. E, até o presente momento, 50.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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