A cerimônia religiosa e a festança serão realizadas no Espírito Santo, segundo o
deputado federal Evair de Melo (PL-ES), amigo do parlamentar bolsonarista, que tem apenas 26 anos de idade. Evair diz que, no civil, o casamento será realizado no dia 4 de abril, em Vitória. A celebração religiosa e a festa, esta restrita a 350 convidados, será em Venda Nova do Imigrante, num cerimonial localizado na zona rural do município.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, Nikolas abraça Jair Bolsonaro e em clima descontraído ambos falam sobre o casamento do parlamentar. "Chegou falando que vai no casamento", escreveu o deputado na legenda do vídeo.
De acordo com a revista Veja, Lívia Orletti é modelo e trabalha para uma marca de produtos naturais de
Pinheiros. A jovem também é evangélica, como o futuro marido, mas tem uma vida mais reservada, com suas redes sociais fechadas.
Ex-vereador em Belo Horizonte (MG) e bolsonarista radical, Nikolas Ferreira é alvo de polêmicas desde que exercia o mandato na capital mineira. Eleito deputado federal com 1,47 milhão de votos no ano passado, a última confusão em que se envolveu foi nesta semana.
O parlamentar foi chamado de "chupetinha" durante uma audiência no Congresso Nacional, ocorrida nesta terça-feira (28), que foi marcada por bate-bocas e provocações entre parlamentares da oposição e da base do governo Lula. O termo é uma referência aos ataques homofóbicos feitos a Nikolas por causa de um vídeo em que ele estaria supostamente praticando sexo oral em outro homem. A imagem viralizou na internet.
No dia 26 de janeiro, o ministro Alexandre de Moraes, do
Supremo Tribunal Federal (STF), mandou desbloquear as redes sociais do deputado bolsonarista, que estavam inativas desde dezembro do ano passado por supostas publicações falsas (fake news).
Apesar do desbloqueio, o
ministro deixou expresso que Nikolas Ferreira está proibido de publicar, promover, replicar e compartilhar notícias falsas. A multa diária em caso de descumprimento é de R$ 10 mil. O valor deve ser descontado diretamente dos vencimentos que ele recebe da Câmara dos Deputados.
As redes sociais do parlamentar foram tiradas do ar na investigação sobre os atos golpistas na Praça dos Três Poderes, em Brasília, no dia 8 de janeiro.