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Leonel Ximenes

“Derrotamos o negacionismo, mas ele resiste”, admite secretário de Saúde

Nésio Fernandes alertou para a importância da vacinação contra a Covid: "É questão de instinto de sobrevivência da espécie"

Publicado em 16 de Novembro de 2021 às 19:36

Públicado em 

16 nov 2021 às 19:36
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

Coletiva de imprensa com o Governador Renato Casagrande e os secretários, Nésio Fernandes, da Saúde e Rogelio Amorim, da Fazenda
 Nésio Fernandes: "Vacinar-se é ter amor-próprio" Crédito: Fernando Madeira
O secretário estadual da Saúde, Nésio Fernandes, admite que o negacionismo ainda é forte em alguns segmentos populacionais de algumas regiões do Espírito Santo. Instado pela coluna a comentar o fato de duas cidades das extremidades do ES - Bom Jesus do Norte e Pedro Canário - terem a pior cobertura vacinal do território capixaba, o secretário afirmou: “O negacionismo é mais forte em algumas cidades que em outras”.
Bom Jesus, que faz divisa com o Estado do Rio de Janeiro, e Pedro Canário, que tem como vizinho o Estado da Bahia, não chegaram ao índice de 60% de cobertura vacinal na primeira dose, desempenho bem inferior à média do Espírito Santo, que já alcançou 82,55% da população imunizada na primeira fase da vacinação contra a Covid-19.
“Acredito que este quadro está mais determinado por características próprias da condição política local e da adesão da população a teses ‘antivax’ do que pela característica de serem municípios de divisa”, analisa Nésio.
Ele faz questão de ressaltar que em termos de logística, comunicação e relação com a Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), não há diferença de tratamento com outros municípios. “A regra no Espírito Santo é: 94% da população apta, vacinou. Derrotamos o negacionismo, mas ele resiste”, lamentou.
Preocupado com as pessoas que ainda não procuraram ser vacinadas, o secretário estadual da Saúde faz um alerta. “Nosso apelo se dirige a todos: não existe razão para perder a vida por uma doença infectocontagiosa que já tem vacina disponível e altamente eficaz para casos graves e óbitos. Vacinar-se, para além de uma questão de consciência, é questão de instinto de sobrevivência da espécie. Nenhuma espécie se aniquila. Vacinar-se é ter amor-próprio”, observa.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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