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Leonel Ximenes

Dois ex-comandantes da PM assinam manifesto de coronéis no ES

Eles foram escolhidos pelo próprio governador Casagrande para ocupar o mais alto posto da hierarquia da Polícia Militar

Publicado em 06 de Dezembro de 2021 às 12:37

Públicado em 

06 dez 2021 às 12:37
Leonel Ximenes

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Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

Coronel Barreto assumiu o comando-geral da PM no início da atual gestão do governador Casagrande e foi sucedido pelo coronel Sartório (à direita)
Coronel Barreto assumiu o comando-geral da PM no início da atual gestão do governador Casagrande e foi sucedido pelo coronel Sartório (à direita) Crédito: PMES
O manifesto de coronéis da ativa da Polícia Militar que reivindica melhores salários, dentre outros pleitos, e insinua até a possibilidade de uma nova paralisação na corporação, teve a assinatura de dois ex-comandantes da instituição, ou seja, militares da maior patente da corporação que foram escolhidos pelo próprio governador Renato Casagrande (PSB), ao longo desta gestão: os coronéis Moacir Leonardo Vieira Barreto Mendonça e Márcio Eugênio Sartório.
Assumindo o comando-geral logo nos primeiros dias do governo Casagrande, o coronel Barreto, que estava à frente da Diretoria de Finanças da PM, chegou com toda a confiança do socialista.
“Quero saudar o comandante Barreto e dizer que ele vai ajudar a fechar a ferida de 2017”, disse o governador, durante a solenidade de troca de comando da PM, em 4 de janeiro de 2019, quando Barreto sucedeu o coronel Alexandre Ofranti Ramalho, hoje secretário de Estado da Segurança Pública.
Não durou muito a estada de Barreto no posto mais importante da Polícia Militar. Em novembro de 2019, por alegados motivos de saúde, o governo teve de fazer a primeira troca significativa na cúpula da segurança. Veio, então, no dia 18 de novembro de 2019, o coronel Márcio Eugênio Sartório, que estava na Diretoria de Saúde da instituição.
À ocasião, o governador relatou o seguinte sobre a troca de comando: “Queria agradecer ao comandante Barreto, que prestou um serviço extraordinário. Uma pessoa séria, decente, trabalhadora e que comandou com dedicação total a nossa Polícia Militar, essa grande instituição”, elogiou.
“A PM é uma das instituições mais respeitadas da nossa sociedade e quem a assume carrega toda essa responsabilidade. O coronel Sartório terá que exercer com muita dedicação e foi escolhido pelas características de comando, pela experiência, pelo lado operacional, pela convivência e respeito da tropa”, completou Casagrande.
A passagem de Sartório pelo cargo de maior hierarquia da PM foi mais breve do que a de Barreto. O pano de fundo para a sua queda, no dia 7 de abril de 2020, foi a maior crise de segurança do Estado, desde a greve dos militares.
Março de 2020 terminou com 140 homicídios. Foi o estopim para a queda do secretário Roberto Sá, que foi sucedido na Sesp pelo coronel Ramalho, e de Sartório, substituído pelo coronel Douglas Caus – então diretor de Saúde da instituição –, que permanece como comandante-geral.
Atualmente, Barreto é o corregedor da PM; Sartório, por sua vez, é o diretor de Finanças da instituição. Com tanta experiência na corporação militar, eles sabem que a função de comando é sinônimo de hierarquia, disciplina e lealdade. Ou não?

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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