Em todo o Espírito Santo, 98,6% das escolas têm conexão à internet (18.687), segundo o
governo federal. No entanto, 40,2% delas (7.616) não têm conectividade com velocidade adequada para uso de alunos e professores em sala de aula. Além disso, 46,2% das escolas (8.758) não contam com rede wi-fi instalada e 255 estão totalmente desconectadas.
Para mudar essa (triste) realidade, os
Ministérios da Educação e das Comunicações prometem, por meio da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas, reunir todas as políticas públicas relacionadas que estão em andamento. O objetivo é investir R$ 8,8 bilhões para universalizar a conectividade nas instituições de educação municipais, estaduais e federais do Estado até 2026.
A Estratégia Nacional de Escolas Conectadas será realizada em cinco frentes: disponibilização de energia elétrica por rede pública ou fonte renovável em todas as escolas durante todo o dia; expansão da tecnologia de acesso à internet de alta velocidade mediante a implantação e manutenção de rede de fibra ótica, satélites e outras soluções; contratação de serviço com velocidade que permita o uso de vídeos, plataformas educacionais, áudios, jogos, entre outros recursos; disponibilização de rede sem fio segura para acesso à internet nos ambientes escolares, de modo que turmas inteiras consigam conectar-se simultaneamente à rede wi-fi para uso pedagógico; e disponibilização de equipamentos e dispositivos eletrônicos portáteis de acesso à internet nos parâmetros adequados.
Os dois ministérios prometem também conectar ass escolas públicas brasileiras por fibra óptica ou via satélite com uma velocidade considerada apropriada para fins pedagógicos. Além disso, as unidades de ensino contarão com cobertura completa de rede wi-fi.
Já para as escolas que não tenham acesso à energia elétrica ou que possuem acesso somente à
energia elétrica de gerador fóssil, será viabilizada a conexão com a rede pública de energia ou serão disponibilizados geradores elétricos fotovoltaicos.