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Leonel Ximenes

Espírito Santo supera a marca de mil homicídios no ano

Pelo segundo ano consecutivo, Estado não consegue ficar com índice abaixo de quatro dígitos; número total, entretanto, tende a ser  menor que o de 2020

Publicado em 09 de Dezembro de 2021 às 17:33

Públicado em 

09 dez 2021 às 17:33
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

Polícias Militar e Civil estiveram no local do crime, em Cariacia
Polícias Militar e Civil atuam em local onde ocorreu um assassinato, em Cariacica Crédito: Oliveira Alves
Uma triste marca foi alcançada neste início de dezembro: o Espírito Santo superou a barreira de mil homicídios dolosos em pouco mais de 11 meses de 2021. Até a última quarta-feira (8), o Estado já contabilizava 1.002 vidas perdidas por assassinatos.
Isto significa que, pelo segundo ano consecutivo, o ES não vai conseguir ficar com o índice de homicídios abaixo da casa do milhar, como ocorreu em 2019, quando ocorreram 987 assassinatos. Em 2020, foram 1.107.
Se serve de consolo, é provável, entretanto, que o número total de assassinatos em 2021 fique abaixo do índice registrado no ano passado. Na comparação entre os períodos de janeiro e novembro de 2020 e de 2021, a redução dos crimes estava no patamar de 3,8% (982 delitos neste ano ante 1.021, de 2020).
Até novembro, somente seis municípios (do total de 78) não tinham registrado assassinatos: Bom Jesus do Norte, Ibiraçu, Itarana, Laranja da Terra, Muniz Freire e Ponto Belo.
Ponto Belo, por sua vez, é a cidade há mais tempo sem homicídios dolosos no Espírito Santo. O último caso aconteceu em 25 de março de 2017, quando uma pessoa do sexo feminino foi morta no bairro de Lajeado.
Vale ressaltar que o mês de dezembro começou quente na área da segurança pública, com o manifesto, assinado por 15 coronéis da PM, com várias reivindicações ao governo do Estado – especialmente aumento salarial.
Com a repercussão negativa da iniciativa do grupo de militares - entre os quais dois ex-comandantes-gerais da PM escolhidos pelo próprio governador Casagrande (PSB) -, houve um certo recuo dos militares. Em notas oficiais de entidades representativas dos PMs, eles asseguraram que não pretendem fazer motim ou qualquer outro tipo de paralisação, como aconteceu naquele fatídico fevereiro de 2017.
Como destacou o editorial desta quinta-feira (9) do jornal A Gazeta, o episódio da estranha fuga de 21 detentos do Complexo do Xuri também foi outro ponto que agitou a segurança neste mês de dezembro. Uma investigação foi aberta para apurar a suposta participação de servidores da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) na saída dos presidiários.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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