Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Leonel Ximenes

Está faltando “alguém” no verão 2025 de Guarapari

Personagem presente em outros verões ainda não apareceu no balneário mais famoso do Espírito Santo

Publicado em 15 de Janeiro de 2025 às 18:10

Públicado em 

15 jan 2025 às 18:10
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

Guarapari, o balneário mais famoso do ES
Guarapari, o balneário mais famoso do ES Crédito: Marcelo Moryan
Um personagem tradicional não deu as caras no verão 2025 de Guarapari: a falta d'água. Nos primeiros 15 dias de janeiro, auge do período de férias e de ocupação do balneário, a maioria dos moradores e visitantes ainda não tiveram o desprazer de verem suas torneiras secas, como era comum nesta época.
Entre os dias 31 de dezembro e 1º de janeiro, período crítico para o abastecimento na Cidade-Saúde, o número de registros por falta d 'água teve uma queda de quase 90% em relação aos anos anteriores, segundo a Cesan
Para evitar surpresas, durante a alta temporada de verão, o gabinete da presidência da companhia de abastecimento foi transferido para Guarapari. Segundo Munir Abud, presidente da Cesan, “para dar celeridade às tomadas de decisões e reforçar a proximidade e a eficiência no atendimento à população”.
Ainda de acordo com a Cesan, o balneário mais famoso do Espírito Santo tem cerca de 120 mil habitantes, mas conta com um sistema de abastecimento de água capaz de atender a quase dez vezes a população regular do município.
O sistema só opera em sua capacidade plena no período da alta temporada de verão, quando a população pode ultrapassar 1 milhão de habitantes no réveillon.
O volume de água distribuído pela Cesan para Guarapari é sazonal. Ele pode atingir 2,5 bilhões de litros nos meses de dezembro e janeiro, o que equivale a 2,5 milhões de caixas d'água de mil litros, a mais comum utilizada nas residências.
O consumo médio mensal em julho, por exemplo, passa de 7,2 mil litros por imóvel, para 12,5 mil litros por mês na alta temporada em janeiro.
Indagado se as chuvas mais intensas neste verão não teriam contribuído para o menor consumo de água, Munir Abud respondeu que não: “A chuva não nos ajudou. Historicamente em Guarapari faltava água no verão não por falta de chuva. Faltou energia, mas não faltou água”.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Bandeira do Brasil, símbolo de patriotismo
Agora vai! Cidade no Espírito Santo cria o seu “Dia do Patriota”
Imagem de destaque
Hemorroidas, fissuras e fístulas: 5 pontos essenciais para entender as condições
Imagem de destaque
Temporal com granizo deixa desalojados e causa prejuízos no Norte do ES

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados