Há 100 anos, no dia 7 de setembro de 1924, em
Vitória, um
filme mudo, produzido no ano anterior, fazia sucesso na sala do extinto Cine Central. "Luz que se Apaga", com Jacqueline Logan e Percy Marmont, se destacava, segundo o cartaz, pelo seguinte enredo: "uma comovente história de um pintor que perde aquilo que de mais caro possuía: a vista".
No extinto jornal Diário da Manhã, um anúncio também destacava: "a sublime história de um sacrifício de mulher. Filme que nos dá uma lição de grandeza moral que emociona e entusiasma".
Além da triste história de um pintor que perdeu a visão, o filme traz outro registro triste: é considerado pela Biblioteca do Congresso Americano como uma obra perdida. Não há registros de cópias, somente as resenhas e as sinopses da época.
Produzido pela Paramount Pictures, "Luz que se Apaga" tinha 70 minutos. Quem viu, viu. E há 100 anos!