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Leonel Ximenes

Fiscais da Covid descobrem cárcere privado e libertam mulher no ES

Vítima foi encontrada num cômodo trancado por correntes; dono da casa de prostituição que ameaçava a vítima foi preso em flagrante

Publicado em 29 de Março de 2021 às 12:32

Públicado em 

29 mar 2021 às 12:32
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

Cômodo (com a cadeira vermelha) onde a vítima era mantida em cárcere privado no interior de Alegre
Cômodo (com a cadeira vermelha) onde a vítima era mantida em cárcere privado no interior de Alegre Crédito: Divulgação
Uma grande surpresa. Policiais militares e civis, bombeiros e fiscais da quarentena flagraram no último sábado (27), às 11h41, uma mulher de 19 anos que estava sendo mantida em cárcere privado em um bordel localizado na rodovia estadual (ES 387) que liga Celina a Ibitirama, em Alegre. O dono da casa de prostituição, de 39 anos, acusado pelo crime, foi preso no local.
A equipe de fiscalização da quarentena de combate à Covid-19 foi acionada após receber denúncias de que no bar funcionava uma casa de prostituição e que no local havia uma mulher que estava sendo mantida em cárcere privado.
A jovem, de 19 anos, segundo a denúncia, também estava sendo ameaçada e agredida pelo dono do estabelecimento, que impedia que ela fosse embora do local e ainda a acusava de ter praticado um furto de dinheiro do bordel.
A polícia, ao constatar que as denúncias eram verídicas, encontrou a vítima em um cômodo que era trancado com uma corrente. A mulher, segundo a ocorrência, estava apavorada e dizia estar com muito medo de que algo de ruim lhe pudesse acontecer. Ela confirmou aos policiais e à equipe de fiscalização que não podia sair do local por ter sido ameaçada de morte pelo dono do estabelecimento.
Ela revelou que o acusado, após usar muita droga, a ameaçou com uma faca e um pedaço de madeira e outros utensílios que ela não soube dizer quais eram. Os policiais deram voz de prisão ao dono do bordel e o conduziram à  Delegacia Regional de Alegre, no Sul do Estado.
No local do cárcere privado também estava presente uma senhora que informou aos policiais que trabalha no local, mas não disse em qual função. Ela relatou que ouviu “pouca coisa das ameaças” e admitiu que na delegacia coagiria a vítima a não prosseguir com a ocorrência.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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