Agentes dos grupamentos especializados da Guarda Municipal de
Vitória estão usando, de forma experimental, 10 unidades de bodycam, as famosas câmeras corporais. O equipamento, por enquanto, está restrito à Ronda Ostensiva Municipal (Romu) e ao Grupo Tático Operacional de Trânsito (GTO)
As imagens das ações da Guarda Municipal são transmitidas para a Central Integrada Operacional de Monitoramento (Ciom) pelas câmeras corporais, que são dotadas de alto-falantes e têm 128GB de memória.
A Secretaria Municipal de Segurança Urbana (Semsu) de Vitória está em fase de elaboração das normas com os procedimentos operacionais e administrativos para o emprego dos equipamentos.
Segundo a
PMV, será necessário programar instruções para a corporação quanto ao uso dos dispositivos e elencar quais unidades da Guarda Municipal utilizarão o equipamento.
A Semsu vai supervisionar o emprego dos equipamentos durante os testes piloto da futura aquisição das câmeras.
Os públicos atendidos com o uso do equipamento são os agentes da Guarda e a população, haja vista que as gravações podem colaborar com a elucidação de dúvidas que surjam diante de ocorrências.
“É uma forma de garantir a legalidade das ações, com monitoramento da Corregedoria, além da produção de provas para indiciamento e condenação daqueles que eventualmente pratiquem delitos”, diz nota da PMV enviada à coluna.
Indagado pela coluna, o prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos) não quis adiantar se vai adotar a câmera corporal em toda a corporação. “A Guarda Municipal está realizando um período de testes, com o objetivo de verificar a eficácia do uso dos equipamentos. A análise considerará ainda um amplo debate com a sociedade e setores ligados à segurança pública, a fim de verificar os resultados da implantação em toda a Guarda”, pondera o prefeito.