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Leonel Ximenes

Líderes nas pesquisas em Vitória arrecadaram mais de R$ 4 milhões

Pazolini (Republicanos) é o que mais arrecadou: R$ 1,5 milhão; Coser (PT) captou R$ 1,4 milhão e Gandini (Cidadania), quase R$ 1 milhão

Publicado em 14 de Novembro de 2020 às 04:00

Públicado em 

14 nov 2020 às 04:00
Leonel Ximenes

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Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

Urnas eletrônicas
A prestação final de contas dos candidatos será feita após o primeiro turno Crédito: Carlos Alberto Silva
Na reta final da campanha para o primeiro turno das eleições 2020, os três primeiros colocados na disputa, segundo o Ibope, aumentaram os recursos arrecadados em espécie, que já ultrapassam os R$ 4 milhões. Os gastos financeiros também estão maiores, desconsiderando as doações e gastos de estimáveis (bens e serviços doados aos candidatos).
João Coser (PT) soma R$ 1.407.778 em dinheiro para a campanha enquanto os gastos financeiros declarados chegam a R$ 978.562,43. Gandini (Cidadania) já pôs em seu caixa R$ 1.196.270,50 para gastos de R$ 999.870,81. Lorenzo Pazolini (Republicanos), por sua vez, lidera a arrecadação com R$ 1.506.500 e, também, os gastos financeiros: R$1.372.365,78.
Capitão Assumção (Patriota) é o ponto fora da curva. Sem fundo eleitoral, o candidato declara que arrecadou R$ 31.755,05 para sua campanha e gastou R$ 30.715. E Sérgio Sá (PSB), distante ainda da casa do milhão, mas com muito mais recursos do que Assumção, conseguiu R$ 594.100 para tentar se eleger na Capital e gastou R$ 593.598,19.
Os valores são declarados pelos próprios candidatos à Justiça Eleitoral. A prestação de contas final, só depois do primeiro turno, que é neste domingo (15).

CAMPANHAS MAIS MODESTAS EM VILA VELHA

Do outro lado da Terceira Ponte, em Vila Velha, o dinheiro arrecadado e os gastos financeiros declarados pelos cinco candidatos que aparecem à frente, segundo o Ibope, é bem menor do que em Vitória.
Em busca da reeleição, Max Filho (PSDB) declarou recursos na ordem de R$ 524.150,01 enquanto os gastos somam R$561.664. Já Neucimar Fraga (PSD), que tenta voltar à prefeitura, tem no cofre R$ 220 mil e contratou R$ 111.820 em despesas.
Arnaldinho Borgo (Podemos) contabiliza R$ 284.178 dos quais R$ 106.382 foram gastos. Coronel Wagner obteve R$ 424 mil de receita e gastou R$ 144.055,60. Amarildo Lovato (PSL) alcançou R$ 192 mil em recursos e declarou gastos de R$ 30.869.
Por fim, Mônica Alves (Psol) garantiu R$ 13.395,68 em recursos e declarou ter gasto apenas R$ 1.654,23.

PODER DE FOGO NA SERRA

Se não chegam a ser milionárias, como em Vitória, na Serra as campanhas já atingiram um patamar superior de recursos e gastos financeiros em comparação a Vila Velha, por exemplo.
Líder na pesquisa Ibope/Rede Gazeta desta sexta-feira (13), Sergio Vidigal (PDT) declarou recursos na ordem de R$ 923.205,17 enquanto seus gastos financeiros já somam R$ 830.205,60. Vandinho Leite (PSDB), por sua vez, dispõem de R$ 840 mil para a campanha dos quais declarou ter gasto R$ 627.860,75.
Fábio Duarte (Rede) soma R$ 666.460 em dinheiro e declarou gastos de R$ 545.378,92. Alexandre Xambinho (PL) já recebeu R$ 401.500 e gastou R$ 287.968,10. O socialista Bruno Lamas (PSB) declarou R$ 372.900 em dinheiro para a campanha e já gastou R$ 549.257,76.

MENOS GASTOS NA EM CARIACICA

Os cinco primeiros colocados na disputa pela vaga de prefeito de Cariacica, de acordo com o Ibope, estão longe ainda de bater a casa do meio milhão tanto em recursos quanto em gastos. Há só um ponto fora da curva, no entanto.
Sandro Locutor (Podemos), na frente, conseguiu R$ 280.950 para a campanha, com os quais já contratou R$ 231.706,80 em gastos. Euclério Sampaio (DEM), logo atrás, declarou ter arrecadado R$ 76 mil para a campanha e assumido R$ 174.488,54 em gastos.
Célia Tavares (PT) arrecadou R$ 460.200 e contratou R$ 291.639,94 em despesas, enquanto Marcos Bruno (Rede) – a exceção – já conseguiu R$ 860.510 de receita e contraiu R$ 327.976,31 de despesas.
Por fim, Dr Helcio (PP) já acumula R$ 205.100 em recursos e gastou R$ 104.549,15.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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