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Leonel Ximenes

Mais de 1,7 mil condenados do ES têm DNA guardado para investigações no país

Presos  foram condenados por crimes hediondos, como homicídio e tráfico internacional de armas

Publicado em 09 de Novembro de 2020 às 04:00

Públicado em 

09 nov 2020 às 04:00
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

Com a  investigação do DNA é possível até identificar pessoas desaparecidas
Com a investigação do DNA é possível até identificar pessoas desaparecidas Crédito: Divulgação
No Espírito Santo há 1.732 condenados com seus materiais genéticos guardados pelo Estado e disponibilizados, se necessários, na Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG) do Ministério da Justiça e da Segurança Pública.
Essa rede tem o objetivo de dar maior suporte para apuração criminal e para identificação de pessoas desaparecidas. Por meio desse banco de dados, já foi possível à Polícia Federal descobrir, por exemplo, que um suspeito, em Pernambuco, cometeu outros crimes gravíssimos em São Paulo.
Os presos, que têm o DNA coletado, foram condenados por crimes hediondos, como homicídio, tráfico internacional de armas e outros, ou por crime doloso e violento contra a pessoa. A intenção é justamente facilitar investigações que possam ultrapassar as divisas estaduais.
Além dos dados dos condenados, o Espírito Santo disponibiliza nesta rede 219 vestígios genéticos de locais de crimes, 46 de restos mortais não identificados, cinco de referências de pessoas desaparecidas e três de outros.
A presença de material genético de pessoas desaparecidas é importante, porque outra utilização primordial dos bancos de perfis de DNA dessa rede é para identificar quem sumiu. Assim sendo, materiais de restos mortais não identificados, bem como de pessoas de identidade desconhecida, são confrontados com perfis de familiares ou de referência direta do desaparecido, tais como escova de dente ou roupa íntima. Tudo isso para tentar encontrar respostas de casos cujas peças do quebra-cabeça não se encaixam.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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