A Confederação Nacional da Indústria (CNI) realiza eleições nesta quarta-feira (3), em chapa de consenso em torno do novo presidente, Ricardo Alban, que atualmente é presidente da Fieb, a Federação das Indústrias da
Bahia.
A nova diretoria, que terá mandato até 2027, contará com dois capixabas: a presidente da Findes,
Cris Samorini, que será diretora financeira da CNI, e agora Léo de Castro, ex-presidente da Findes e um dos vice-presidentes da Confederação. A posse será em outubro.
"O Brasil precisa reencontrar o caminho do crescimento, e esse caminho passa definitivamente pela neoindustrialização, que adota todos os conceitos da indústria 4.0, de descarbonização, transformação digital e de agregação de valor. A CNI vai intensificar o diálogo com a sociedade e com os poderes para realmente avançarmos nessa agenda", afirma Léo de Castro.
O empresário capixaba será um dos 12 vice-presidentes da entidade que representa a indústria do país. A CNI é comandada pelo mineiro Robson Braga de Andrade desde 2010. Ele cumpriu três mandatos à frente da confederação. O terceiro, em meio à pandemia, foi prorrogado por um ano.
A indústria brasileira responde por cerca de 20% do
PIB e 33% da arrecadação de tributos federais. São cerca de 476 mil empresas do setor espalhadas pelo país, reunidas em 1.280 sindicatos patronais.