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Leonel Ximenes

ONU elogia programa desenvolvido há 15 anos no ES

Projeto apoiado pelo Banco Mundial no Espírito Santo já investiu mais de R$ 100 milhões em ações ambientais

Publicado em 13 de Janeiro de 2026 às 14:00

Públicado em 

13 jan 2026 às 14:00
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

Apoiado pelo Banco Mundial, o Programa Reflorestar é uma iniciativa do governo do ES que tem como objetivo aumentar a cobertura florestal do Estado para garantir água para todos
O Programa Reflorestar tem como meta aumentar a cobertura florestal do Estado para garantir água para todos Crédito: Governo do ES/Divulgação
O site das Organização das Nações Unidas (ONU) destacou, em sua edição desta terça-feira (13 de janeiro), o Programa Reflorestar, do governo do Estado, que já promoveu a restauração de 12 mil hectares e a conservação de 13 mil hectares de Mata Atlântica, com impactos positivos que se estendem até a região da Grande Vitória.
Apoiado pelo Banco Mundial, o Estado já investiu, desde 2011, mais de R$ 100 milhões em ações que buscam proteger as áreas altas das bacias hidrográficas.
O objetivo do Programa Reflorestar é melhorar a gestão integrada das águas e reduzir os riscos de cheias, além de diminuir a quantidade de sedimentos nos reservatórios que abastecem a região metropolitana de Vitória.
O programa, destaca o portal de notícias da ONU, já atendeu mais de 5 mil propriedades nos últimos 15 anos, promovendo a restauração de 12 mil hectares e a conservação de 13 mil hectares. Atualmente, o Banco Mundial apoia esse trabalho por meio do projeto Águas e Paisagens II.
O site das Nações Unidas informa que uma das atividades do Reflorestar é o pagamento por serviços ambientais, o PSA. Ele se destina aos produtores rurais que recuperam e preservam as matas nativas.
Plantar árvores ajuda a infiltrar e reter a água na terra, evitando o carreamento de sólidos que normalmente acontece nos mananciais hídricos quando uma área está desmatada.
“Por isso, o reflorestamento faz melhorar não só a qualidade, mas também a quantidade da água das bacias hidrográficas. Também ajuda as estradas a sofrer menos com a erosão e se manter transitáveis durante a época de chuvas”, destaca a ONU.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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