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Leonel Ximenes

Por causa da pandemia, obra dos novos quiosques em Vila Velha pode atrasar

Canteiros de obras para construção de 13 dos novos 20 quiosques começaram a ser montados; prazo de conclusão é agosto, mas pode mudar por decisão da Justiça

Publicado em 13 de Abril de 2020 às 11:50

Públicado em 

13 abr 2020 às 11:50
Leonel Ximenes

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Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

Canteiro de obra montado na orla de Itaparica
Canteiro de obra montado na orla de Itaparica Crédito: PMVV/Divulgação
Os concessionários de 13 dos 20 novos quiosques da orla de Itapoã e Itaparica, em Vila Velha, começaram a receber licenças para execução das obras no final de março, e os canteiros, destinados a abrigar trabalhadores e equipamentos, começaram a ser montados no último fim de semana. Os outros sete terão uma nova licitação porque, na primeira rodada, apenas 13 foram considerados aptos para participar do processo licitatório.
A obra dos quiosques será realizada sob responsabilidade de empresas de engenharia e arquitetura contratadas pelos próprios concessionários e com supervisão das Secretarias de Obras e de Meio Ambiente da Prefeitura de Vila Velha. A previsão é de que sejam entregues em agosto próximo, porém, devido à pandemia do coronavírus, esse prazo poderá ser alterado, por decisão judicial.
Os novos quiosques terão 130 metros quadrados com cozinha equipada, área de atendimento, espaço para as mesas, depósito, vestiário e banheiros, inclusive para deficientes físicos.
A intenção do projeto, seguindo determinação judicial, é preservar os cones visuais das chegadas de ruas e o afastamento mínimo entre as edificações, como prevê o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) e a Superintendência do Patrimônio da União (SPU).
Alguns dos antigos quiosqueiros tornaram-se concessionários ao participar da licitação pública. Após a conclusão dos quiosques, os canteiros de obras serão removidos dos locais onde foram autorizados a se instalar.
Segundo a secretária municipal de Desenvolvimento Urbano e Mobilidade, Caroline Jabour, audiências públicas foram realizadas com os quiosqueiros, associações e população para que se chegasse à fase atual.
“A gestão da orla foi entregue ao município em 2017 e, desde então, estamos reunindo moradores e demais interessados em um amplo debate sobre o uso da orla. Esse debate inclui a ocupação pelos quiosques, que, além de representar fonte de trabalho e renda para muitas famílias e empresas, compõem os serviços de lazer e turismo oferecidos na cidade”.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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