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Leonel Ximenes

Por que escolas de Vitória estão mudando o tradicional sinal sonoro

Ouça abaixo: novo dispositivo já está funcionando em 17 unidades de ensino da Capital e sendo instalado em outras 24

Publicado em 08 de Julho de 2025 às 03:11

Públicado em 

08 jul 2025 às 03:11
Leonel Ximenes

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Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

Alunos em sala de aula na Emef Álvaro de Castro Mattos, em Jardim da Penha
Alunos em sala de aula na Emef Álvaro de Castro Mattos, em Jardim da Penha Crédito: Marcos Salles/PMV
A Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Álvaro de Castro Mattos, localizada em Jardim da Penha, acaba de substituir a antiga sirene por um sinal musical para marcar o início e o fim das aulas e dos intervalos. Não é a única em Vitória.
Das 54 escolas municipais da Capital que utilizam sinal sonoro para marcação dos horários escolares, 17 já substituíram os alarmes tradicionais por sinais musicais e outras 24 unidades estão com o processo de instalação em andamento.
A mudança atende ao que determina a Lei Municipal nº 10.046, de autoria do vereador Luiz Emanuel (Republicanos) e sancionada pelo prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos), que tem como objetivo promover o bem-estar sensorial das crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas escolas da rede pública e privada do município.
Por que escolas de Vitória estão mudando o tradicional sinal sonoro
A legislação prevê que as sirenes e alarmes sejam gradualmente substituídos por sinais musicais, complementados por dispositivos luminosos que não causem desconforto sensorial aos estudantes com TEA e também auxiliem alunos surdos.
A secretária de Educação de Vitória, Juliana Rohsner, reforçou a importância da ação. "É uma lei que traz sensibilidade aos estudantes autistas. Aquele sinal que gritava, que fazia um barulho muito alto, era ruim para todos. Hoje, a gente consegue ter uma troca de aulas muito mais tranquila", explicou.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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