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Leonel Ximenes

Poucas&Boas: Vice-governadora volta a ser Jacqueline. Com “C”

A grafia Jaqueline, adotada há alguns anos, foi abandonada; e o que terá mais no celular de Magno Malta?

Publicado em 23 de Janeiro de 2021 às 02:00

Públicado em 

23 jan 2021 às 02:00
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

Jacqueline Moraes: nome de batismo resgatado
Jacqueline Moraes: nome de batismo resgatado Crédito: Amarildo
Jacqueline desistiu de ser Jaqueline. Explicando melhor: a vice-governadora Jacqueline Moraes (PSB), que há alguns anos passou a grafar seu nome sem o C (Jaqueline), reconsiderou sua decisão e voltou a exibir o seu nome de batismo, com o C. Ela conta à coluna que foi orientada por um amigo, no finalzinho do seu mandato como vereadora de Cariacica, a excluir a terceira letra do alfabeto porque, segundo ele, era difícil encontrar o nome dela no Google com o C. Mas a vice admite que a mudança a estava incomodando. Até por razões sentimentais.

INSPIRAÇÃO NA PRIMEIRA-DAMA DOS EUA

“O C no meu nome tem uma coisa familiar. Meu pai escolheu por ser o nome da Jacqueline Kennedy [mulher do presidente John Kennedy, dos EUA]. Perguntava ao meu pai ‘por que meu nome tem esse C’ e ele respondia que era por causa da Jacqueline Kennedy, da Jaqueline Onassis, e eu acabei crescendo ouvindo isso”, conta a vice-governadora. “Na minha identidade, o meu nome tem o C e por isso preferi retornar ao meu nome. Sem o C parecia que não era eu.”

E NO SITE OFICIAL...

A socialista aposta que seu nome original ficará mais bem-divulgado nas redes sociais agora, mas ela tem que avisar também aos seus companheiros do governo do Estado. É que no portal oficial do governo Casagrande, o nome dela ainda está grafado sem o C - Jaqueline. Gente, agora é com C, tá?

NO TERRITÓRIO DO RIVAL

O prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo (Podemos), já começou a usar o Dispensário da Prainha para reuniões de trabalho. O local, anexo à igrejinha do Rosário, foi por muitos anos utilizado pelos Max para encontros com aliados.

SILÊNCIO ENSURDECEDOR

Morador do Barro Vermelho, em Vitória, conta que está ligando para o Disque-Silêncio desde o dia 11, para reclamar do barulho de uma obra no bairro. Mas, segundo ele, não consegue falar com ninguém do setor. E pelo 156, também não consegue resolver o problema.

SEM PADRE, SEM MISSA

Fiéis que frequentam a Igreja do Carmo, no Centro de Vitória, estão irados (uma ira santa, bem entendido). É que, segundo eles, o atual reitor, padre Paulo Gomes de Melo, viaja e não deixa substituto para celebrar as missas. Seu padre, volta logo ou defina um substituto.

PECADOS DA CARNE

No meio do discurso em Ibatiba nesta sexta (22), o governador interrompeu sua fala pois sentiu um cheiro de churrasco. “A Covid me fez sentir mais o cheiro das coisas. E, pelo visto, fazer discurso de barriga vazia não é bom não!”

BRONCA 1 E BRONCA 2

Servidores da Prefeitura de Vitória ficaram na bronca com o prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos) por não ter havido diálogo sobre a decisão de extinguir o ponto facultativo no Carnaval. Também estão descontentes com as medidas de retorno presencial ao trabalho, em tempos de aumento de casos de Covid-19.

O RAMBO DE VITÓRIA

Após a presença de Pazolini em blitzen da Guarda Municipal de Vitória, adversários políticos já encontraram apelido para ele: Rodney Miranda, o ex-secretário de Segurança do ES.

PARADA OBRIGATÓRIA

Quem tem viajado pela BR-101, em direção ao Norte, conta que se tornaram paradas obrigatórias a pamonharia, em Aracruz, e o último posto de combustíveis, em Pedro Canário. Locais limpos e com boas refeições aos viajantes.

TÁ PODENDO...

Encher o tanque com gasolina, comprar alho, queijo e carne vermelha virou sinônimo de ostentação.

ESTAMOS DE OLHO

Tem parente de secretário na Grande Vitória ocupando cargo em outra prefeitura da região metropolitana. E em uma prefeitura também há nora e sogro dividindo o mesmo local de trabalho.

MARESIA

Virou comentário numa empresa de vigilância que um cheiro estranho, de uma determinada erva danada, tem tomado conta de um estacionamento de uma repartição pública na Grande Vitória, desde o começo do ano.

A JAMAICA CAPIXABA

Por falar em maresia, em meia hora de pedalada pela manhã, leitor da coluna constatou três grupos, em locais diferentes, fumando a erva danada nas areias da Praia da Costa.

DETETIVES DE MAX

Aliados de Max Filho (PSDB) têm acompanhado com lupa o Diário Oficial de Vila Velha. Chamou atenção deles a nomeação de uma colunista social que segue na ativa na iniciativa privada.

QUANDO O GEL DERRETE

Euclério Sampaio (DEM) tem participado das agendas em Cariacica ora com cabelos arrepiados ora com o penteado afiado com gel.

KLEBER ANDRADE CONTINUARÁ GRATUITO

Times de futebol profissional seguirão isentos do pagamento da taxa para utilização do Estádio Estadual Kleber Andrade. A portaria, que será publicada pela Secretaria de Esportes e Lazer (Sesport) nesta segunda-feira (25), segue a mesma linha da legislação assinada em 2020, que autorizava os clubes capixabas a jogar no Klebão de forma gratuita enquanto houvesse proibição de público nos estádios, em virtude da pandemia de Covid-19.

CLUBES DE OUTROS ESTADOS SERÃO BENEFICIADOS

A única diferença da antiga para a nova legislação é que, agora, os clubes federados de outros Estados também não precisarão pagar o aluguel para utilização do espaço. A medida tem validade de 60 dias e poderá ser prorrogada por igual período, caso a proibição de público nos estádio seja mantida.

QUE O GOVERNO NOS OUÇA

Quem busca por aparelho auditivo via governo do Estado tem ficado numa fila que leva até dois anos. O serviço tem ficado sobrecarregado no Crefes desde que terminou o convênio com uma universidade particular de Vila Velha. Aliás, a estrutura do Crefes tem pedido ajuda. Detalhe: o local fica a poucos metros da Residência Oficial da Praia da Costa, do Governo do Estado.

NÃO HÁ VAGAS

O vereador Armandinho Fontoura (Podemos) diz que está evitando que seu gabinete se transforme numa espécie de Sine. Ele diz que está rechaçando os muitos pedidos de eleitores - até de outras cidades - por uma vaga na Prefeitura de Vitória e em empresas privadas. "Vereador não é agência de emprego", avisa.

ALÔ, PAPAIS E MAMÃES!

Vocês deixariam seus filhos pequenos olhar as fotos do celular de Magno Malta?

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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