O Espírito Santo tem, segundo informações da
Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), 768 pessoas que cumprem penas ou que aguardam por julgamento que são monitoradas por tornozeleiras eletrônicas. Os dados foram repassados durante reunião da Comissão de Segurança da Assembleia Legislativa, presidida pelo deputado Delegado Danilo Bahiense (PL).
O número, contudo, ainda está aquém das pretensões do Estado.
Conforme publicado por esta coluna, em 2019, o então titular da pasta, Luiz Carlos Cruz, ponderou que a meta era ter 3 mil monitorados, como medida necessária para desafogar o sistema prisional.
De acordo com as informações repassadas ao colegiado em reunião que debateu o tema “Facções e Milícias”, na última terça-feira (22), a Sejus tem 23.633 presos, porém possui capacidade para abrigar 15.388. Representantes da pasta, entretanto, garantiram ao presidente da comissão que o ambiente está “controlado”.
Bahiense demonstrou preocupação com a questão das facções, que também estão presentes nas prisões. “Nos últimos doze meses é visível o crescimento numérico, bélico e do tráfico de drogas em nosso estado, apesar da pronta reação firme de nossas forças de segurança”, destacou o parlamentar.