Antes da castração, os felinos passaram por consultas, exames e vacinação antirrábica, ficando aptos a retornar ao local de origem. Os gatos que passaram pelo procedimento tiveram a ponta da orelha esquerda cortada, que é o método utilizado para identificar um felino esterilizado numa colônia controlada, na qual os cuidadores monitoram as suas condições de saúde e higiene e proporcionam comida e água.
“Estamos cumprindo o acordo firmado e garantindo, assim, o bem-estar animal para os felinos localizados no Ifes”, destacou o secretário municipal de
Meio Ambiente, Tarcísio Foeger.
Ele explicou, ainda, que a forma de identificação evita que os gatos sejam capturados e novamente intervencionados.
A subsecretária municipal de Qualidade Ambiental e Bem-Estar Animal, Cristiane Stem, informou que a castração desses felinos já impediu, até o momento, o nascimento de 126 novos gatos nessa colônia este ano. “Cada fêmea pode ter duas ninhadas por ano. Na média, cada ninhada tem 4,5 filhotes”, apontou.
Durante os encontros realizados com o Ifes, a Semmam aconselhou que fosse instituído um programa para os alunos e servidores com ênfase em saúde, bem-estar animal e guarda responsável, e que a pasta estava à disposição para auxiliar nos programas dentro das respectivas competências. Nas vistorias realizadas, não foram constatados maus-tratos aos felinos no local.