O município de Vitória completou um mês
sem registro de homicídios. A última vez que aconteceu um assassinato foi no dia 8 de maio, no bairro Ariovaldo Favalessa, quando um homem de 20 anos foi morto a tiros.
A disputa pelos louros desse período sem mortes violentas está sendo bem intensa. De um lado, o governo do Estado, por meio da
Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), indica que houve reforço em ações não só na Capital, mas em toda a Região Metropolitana. Há um esforço de valorizar o comando do 1º Batalhão da Polícia Militar, que é responsável pelo policiamento da área insular da cidade.
Do outro, o prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos) atribui esse período de paz às ações desenvolvidas pela prefeitura, principalmente os investimentos feitos na Guarda Municipal.
Mas nem tudo é paz na Capital. Enquanto os crimes contra a vida são contidos, os ataques ao comércio têm sido um problema.
Como a coluna divulgou em primeira mão, foram registrados, de janeiro a abril deste ano, 121 roubos em estabelecimentos comerciais - média de um delito por dia, enquanto as ocorrências de furtos aconteceram 243 vezes, no mesmo período.
É mais um desafio para a segurança pública de Vitória, que é responsabilidade conjunta da prefeitura e do Estado, que deveriam se unir mais no combate aos crimes contra o patrimônio.