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Curtas políticas: mais uma leva de reajustes a servidores do ES

E mais: empresário que fez comentário homofóbico prestigia Manato no ES; Casagrande quer aliança com a centro-direita; deputado casagrandista é também bolsonarista

Publicado em 25 de Fevereiro de 2022 às 02:10

Públicado em 

25 fev 2022 às 02:10
Letícia Gonçalves

Colunista

Letícia Gonçalves

lgoncalves@redegazeta.com.br

PORTO ALEGRE, RS, 25.02.2021: MOEDA-REAL - Imagens de cédulas de real. (Foto: Miguel Noronha/Agência F8/Folhapress)
imagens de cédulas de real, dinheiro Crédito: Miguel Noronha/Agência F8/Folhapress
Na última terça-feira chegou à Assembleia Legislativa mais um projeto do governador Renato Casagrande (PSB) para conceder reajuste a servidores do Executivo estadual. Agora é para "alterar a Tabela de Subsídio da carreira de Auditor do Estado, contando com efeitos retroativos a 1º de fevereiro de 2022".
Ao todo, o projeto diz respeito a 80 pessoas: 65 ativos, 13 inativos e 2 pensionistas. 
O impacto vai ser de R$ 3,6 milhões em 2022 e R$ 3,9 milhões nos anos seguintes.
Pela nova tabela, o salário de início de carreira de um auditor do estado, que atua na Secretaria de Controle e Transparência, vai ser de R$ 12,8 mil. Já no topo da carreira o valor previsto é de R$ 22,4 mil.
Além do reajuste na tabela, os auditores vão receber os 6% de aumento linear, como os demais funcionários do governo estadual.
MAIS REAJUSTE
Também no dia 22 de fevereiro chegou à Assembleia outro projeto do governo, desta vez para reajustar a tabela de salários dos consultores do tesouro estadual, ligados à Secretaria da Fazenda.
São salários que variam de R$ 12,4 mil a R$ 22,4 mil.
O impacto nos cofres públicos vai ser de R$ 4,6 milhões em 2022 e R$ 5,1 milhões nos anos seguintes.
Para valer, os projetos precisam ser aprovados pelos deputados estaduais e sancionados por Casagrande.
ALIANÇA COM A DIREITA
Em entrevista à Rádio CBN Vitória, o governador Renato Casagrande repetiu que não decidiu se vai disputar a reeleição, mas garantiu que o grupo dele vai ter um nome da disputa. Como só há o nome dele, no grupo, com projeção suficiente para concorrer ao Palácio Anchieta, temos aí a resposta.
A coluna questionou o governador, na entrevista, se a direita, que inclui o pré-candidato ao governo Carlos Manato (PL), não parece mais unida do que a centro-esquerda no Espírito Santo. Por aqui, PT e PSB protagonizaram troca de farpas pública e o PT lançou a pré-candidatura de Fabiano Contarato ao Palácio Anchieta.
Casagrande separou direita de extrema-direita, aí onde se encontram Manato, Magno Malta e Capitão Assumção, todos do PL, e disse que, na eleição, vai costurar alianças até com a centro-direita. O Podemos do ex-juiz Sergio Moro já integra o governo Casagrande, que ainda corteja o PSDB.
FAVATTO COM BOLSONARO
O deputado estadual Rafael Favatto preside o Patriota, partido que ganhou esse nome para tentar atrair o presidente Jair Bolsonaro. E até outro dia abrigava o deputado estadual Capitão Assumção, ferrenho opositor de Casagrande. Favatto, no entanto, tem uma postura mais favorável ao Palácio Anchieta, pela forma com que se posiciona na Assembleia.
No evento de filiação de Manato ao PL, na última terça-feira (22), no entanto, o ele confraternizou com os anticasagrandistas e exortou Bolsonaro. "Estou cedendo Assumção ao PL por causa do nosso presidente Jair Bolsonaro", discursou.
ES CONSERVADOR
Já o vice-presidente nacional do PL, Capitão Augusto, afirmou à coluna, no evento, que a avaliação do partido de Bolsonaro é que o Espírito Santo é um estado conservador, uma vez que, em 2018, o eleitorado capixaba deu 63% dos votos locais a ele.
Ou seja, se dependesse apenas dos eleitores do Espírito Santo, Bolsonaro teria sido eleito em primeiro turno na ocasião.
"Vou pedir para Bolsonaro que venha aqui, para um comício, vai ser um megaevento", emendou Capitão Augusto. Ele se referia a um ato de campanha do presidente, ainda sem data marcada.
EMPRESÁRIO HOMOFÓBICO
Quem marcou presença no evento de filiação de Manato foi o empresário Otávio Fakhouri. Ele preside o PTB em São Paulo e ficou sob os holofotes na CPI da Covid, quando foi interpelado pelo senador Fabiano Contarato (PT). Fakhouri publicou, no Twitter, um insulto homofóbico contra o parlamentar e foi processado por ele.
O empresário também foi alvo de investigação em dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal, o das fake news e o dos atos antidemocráticos.

Pausa

A coluna faz uma pausa para o carnaval.

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiaria no Gazeta Online/ CBN Vitoria. Em 2008, passou a atuar como reporter da radio. Em 2012, migrou para a editoria de Politica de A Gazeta, tambem como reporter. Exerceu a funcao de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Leticia Goncalves.

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