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Curtas políticas: quem o partido de Casagrande decidiu lançar na disputa por prefeituras no ES

Veja também: juiz réu por assédio sexual tem licença prorrogada; em Vitória, ministra Cármen Lúcia, do STF, pediu boa-fé para com os governantes; o que a titular da Cultura, Margareth Menezes, diz sobre a reforma ministerial de Lula; o que Messias Donato e Carla Zambelli têm em comum

Publicado em 16 de Agosto de 2023 às 02:10

Públicado em 

16 ago 2023 às 02:10
Letícia Gonçalves

Colunista

Letícia Gonçalves

lgoncalves@redegazeta.com.br

governador do Espírito Santo, Renato Casagrande participa de evento em comemoração aos 65 anos da Findes
O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande Crédito: Ricardo Medeiros
A decisão da Executiva estadual do PSB que mais causou rebuliço foi o aval à pré-candidatura do deputado estadual Tyago Hoffmann à Prefeitura de Vitória. Mas o partido do governador Renato Casagrande aprovou ainda outros nomes para disputar o comando de Executivos municipais em 2024.
O ex-deputado federal Ted Conti, subsecretário da Secretaria de Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social (Setades), foi definido como pré-candidato a prefeito de Guarapari. 
Ele nasceu em Muqui, mas, em 2002, mudou-se para a cidade litorânea.
Em 2018, ficou como suplente na corrida por uma vaga na Câmara dos Deputados e assumiu o mandato devido à licença de Paulo Foletto (PSB), que, assumiu a Secretaria Estadual de Agricultura do governo Casagrande.
No ano passado, Ted tentou, mais um vez, eleger-se deputado federal. Teve um desempenho tímido, recebeu 11.289 votos. Para se ter uma ideia, o deputado federal eleito com menos votos no estado, Messias Donato (Republicanos), foi a escolha de 42.640 eleitores.
Ted, em conversa com a coluna no mês passado, fez críticas ao prefeito de Guarapari, Edson Magalhães (PSDB): "Eu me coloquei à disposição durante três anos e meio, como deputado federal, para ajudar o município e o prefeito só me recebeu uma vez. Ele não não traz as pessoas para debaterem com ele".
Edson está no segundo mandato consecutivo e, assim, não pode tentar a reeleição.
BARRIGUEIRA E CHIQUINHO
Em Nova Venécia, a Executiva estadual do PSB aprovou a pré-candidatura do ex-prefeito da cidade Lubiana Barrigueira para concorrer mais uma vez ao posto.
Já em Sooretama, a aposta do PSB é no secretário municipal Francisco Bittencourt, o Chiquinho. 
GRANDE VITÓRIA
Nas principais cidades da Grande Vitória, com exceção da Capital, o PSB apoia os prefeitos que devem tentar a reeleição: Arnaldinho Borgo (Podemos), em Vila Velha; Euclério Sampaio (União Brasil), em Cariacica, e Sérgio Vidigal (PDT), na Serra (embora este tenha afirmado, em 2020, que não concorreria a mais um mandato).
Em 2020, o PSB elegeu 13 prefeitos no Espírito Santo.
CÁRMEN LÚCIA: "NÃO SE PODE PRESUMIR MÁ-FÉ DOS GOVERNANTES"
Em palestra realizada no Palácio Anchieta, em Vitória, na segunda-feira (14), a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia, defendeu que "não se pode presumir a má-fé dos governantes para sempre".
"Ou ninguém vai querer ser ordenador de despesa", alertou a ministra.
Ela falou a uma plateia formada por políticos governistas, magistrados e, principalmente, integrantes do curso de Pós-Graduação da Escola Superior da Procuradoria Geral do Estado (PGE). Era uma aula magna voltada a esse público. 
PROCURADORA, SIM
De 1983 a 2006, Cármen Lúcia foi procuradora do estado de Minas Gerais. Em seguida, tomou posse como ministra do Supremo, indicada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Ela vai se aposentar em 2029, ao completar 75 anos de idade, quando a saída é obrigatória. 
A ministra deixou o Palácio sem conceder entrevistas: "Sempre que me perguntam 'o que a senhora acha?', eu digo 'eu não acho nada, fui procuradora, não achadora'".
"PARA O QUE DER E VIER"
Enquanto Cármen Lúcia estava no Salão São Tiago, outra ministra, a da Cultura do governo Lula, Margareth Menezes, falava à imprensa na antessala do gabinete de Casagrande.
Questionada pela coluna sobre eventuais mudanças na pasta, ante a reforma ministerial a ser empreendida pelo presidente,  Menezes respondeu que está aí "para o que der e vier":
"Nós estamos aqui trabalhando, à disposição do presidente Lula, cumprindo o nosso papel. Mas o ministério é do governo e estamos aqui para o que der e vier".
O Ministério da Cultura não está, ao menos até agora, entre as pastas cobiçadas pelos partidos do Centrão. 
INTERCÂMBIO COM CARLA ZAMBELLI
Enquanto isso, em Brasília, um dos assessores de Messias Donato na capital federal é egresso do gabinete de Carla Zambelli. 
A deputada tem passado por maus bocados, após ser acusada de pedir a Walter Delgatti, conhecido como o hacker da "Vaza Jato", para tentar invadir o sistema da Justiça Eleitoral. A parlamentar foi alvo de uma operação da PF.
Messias Donato, assim como Zambelli, é bolsonarista.
AFASTAMENTO E DESLIGAMENTO
O juiz de Direito Carlos Madeira Abad, que responde a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e a uma ação penal no Tribunal de Justiça do Espírito Santo, acusado de assediar sexualmente seis mulheres, teve a licença para tratamento de saúde prorrogada pela Corte.
O ato foi publicado no Diário da Justiça em 1º de agosto. A licença, que começou em dezembro de 2022, vai se estender por mais 90 dias.
Embora já estivesse longe do local de trabalho por motivo de saúde, algo que poderia ser revertido, o TJES decidiu, em abril, afastá-lo das funções enquanto durarem as apurações do PAD.
E, em junho, determinou novo afastamento, quando da abertura da ação penal na Corte.
Já nesta terça-feira (15), o TJES formalizou, a pedido do próprio magistrado, o desligamento dele do Núcleo Gestor de Justiça Restaurativa.
Abad é titular da 2ª Vara da Infância e Juventude de Linhares e acumulava atuação no Centro Integrado de Atendimento Socioeducativo da Grande Vitória (Ciase).

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiaria no Gazeta Online/ CBN Vitoria. Em 2008, passou a atuar como reporter da radio. Em 2012, migrou para a editoria de Politica de A Gazeta, tambem como reporter. Exerceu a funcao de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Leticia Goncalves.

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