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Eleições 2026

Eventual aliança entre Magno e Pazolini impactaria disputa pelo Senado no ES

Presidente da Câmara de Vitória defende parceria entre PL e Republicanos. Isso não mexeria apenas na pista de corrida em direção ao Palácio Anchieta

Públicado em 

15 abr 2026 às 10:00
Letícia Gonçalves

Colunista

Letícia Gonçalves

lgoncalves@redegazeta.com.br

Magno Malta e Lorenzo Pazolini
Magno Malta e Lorenzo Pazolini Crédito: Jefferson Rudy/Agência Senado e Carlos Alberto Silva
Uma eventual aliança entre o PL do senador Magno Malta e o Republicanos, partido do ex-prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini — como defende o presidente da Câmara da Capital, Anderson Goggi (Republicanos) — teria implicações não apenas na corrida pelo Palácio Anchieta.
Pazolini é pré-candidato ao governo do Espírito Santo; o PL pode lançar um candidato próprio ao posto ou apoiar o republicano. Mas há outra disputa relevante em curso.
Magno, presidente estadual do partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, lançou a própria filha, Maguinha Malta, como pré-candidata ao Senado.
Na sigla de Pazolini, entretanto, já há dois postulantes a uma cadeira na Casa: o ex-deputado federal Carlos Manato e o deputado federal Evair de Melo.
Além disso, o PSD, sigla do ex-governador Paulo Hartung, declarou apoio ao ex-prefeito e também tem pré-candidato a senador, o deputado estadual Sérgio Meneguelli.
O destino eleitoral de Hartung ainda é uma incógnita. Ele também pode concorrer ao Senado, embora a coluna não aposte nisso.
Nada impede, nos termos da legislação eleitoral, que a hipotética coligação formada por Republicanos, PSD e PL lance dois nomes ao Senado.
Mesmo assim, a conta não fecha.
Ao exortar a aliança entre PL e Republicanos, Goggi afirmou que o PL não vai conseguir "eleger Maguinha sozinho".
É um sinal de que o grupo do ex-prefeito está disposto a apostar na candidatura da filha do senador em detrimento de nomes próprios para atrair o PL para a coligação.
Isso representaria um banho de água fria nos planos de algum, ou alguns dos outros postulantes a uma cadeira no Senado que hoje orbitam Pazolini.
Assim são as costuras eleitorais, ou pré-eleitorais. Alguém tem que ceder.

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiaria no Gazeta Online/ CBN Vitoria. Em 2008, passou a atuar como reporter da radio. Em 2012, migrou para a editoria de Politica de A Gazeta, tambem como reporter. Exerceu a funcao de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Leticia Goncalves.

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