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Mudança

Ex-vereador de Vitória vira subsecretário de Educação no governo Casagrande

Ex-parlamentar havia sido nomeado para um cargo comissionado na Assembleia Legislativa e agora está em nova função

Publicado em 17 de Fevereiro de 2025 às 12:06

Públicado em 

17 fev 2025 às 12:06
Letícia Gonçalves

Colunista

Letícia Gonçalves

lgoncalves@redegazeta.com.br

Vinícius Simões é ex-presidente da Câmara de Vitória
Vinícius Simões é professor de História Crédito: Edson Chagas/Arquivo
O ex-vereador de Vitória Vinicius Simões (PSB), que havia sido nomeado em um cargo comissionado na Assembleia Legislativa do Espírito Santo, vai assumir uma nova função, desta vez no governo Renato Casagrande (PSB). Simões emplacou como subsecretário de Suporte à Educação, na Sedu. A pasta é comandada por Vitor de Angelo.
O salário do cargo de subsecretário estadual é de R$ 16,1 mil brutos, maior que os R$ 5,6 mil que o ex-vereador receberia como supervisor da Comissão de Agricultura da Assembleia. 
Vinicius Simões fez oposição ao prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos) na Câmara de Vitória e não foi reeleito em 2024.
Ele exerceu três mandatos como parlamentar na Capital, já presidiu a Câmara e é professor de História.
Não se trata aqui de avaliar se Vinicius Simões tem ou não qualificações para o cargo. Como já mencionado, o ex-vereador é originalmente da área da Educação.
A chegada dele ao governo, entretanto, ocorre em um contexto em que Casagrande tem abrigado cada vez mais aliados políticos na gestão. Não apenas filiados ao PSB.
Como a coluna mostrou, a titularidade de cinco secretarias foi alterada, levando à ascensão de um deputado estadual licenciado, Tyago Hoffmann (PSB), na Secretaria de Saúde; um filiado ao PP, Marcos Soares, na Secretaria de Saneamento e Habitação; e três ex-prefeitos: Sérgio Vidigal (PDT), na Secretaria de Desenvolvimento; Victor Coelho (PSB), na Secretaria de Turismo, e Guerino Balestrassi (MDB), na Secretaria de Recuperação do Rio Doce.
Assim, o governador não somente dá guarida a aliados que perderam as eleições municipais ou ficaram sem mandato após o pleito como se prepara para outra disputa, a de 2026, para a qual precisa manter a ampla aliança política intacta.
As recentes mudanças, porém, geram críticas e desconfianças por "politização excessiva" na administração estadual.
O próprio Casagrande, por sua vez, rebate as avaliações negativas, argumenta que os nomeados têm perfil político e também técnico e que o objetivo é fazer com que as ações do governo tenham mais visibilidade.

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiaria no Gazeta Online/ CBN Vitoria. Em 2008, passou a atuar como reporter da radio. Em 2012, migrou para a editoria de Politica de A Gazeta, tambem como reporter. Exerceu a funcao de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Leticia Goncalves.

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