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Contracheque

Governo do ES vai enviar novo projeto de reajuste para policiais

Aumento de 6% para servidores públicos deve ser aplicado em fevereiro para todos os servidores. Outros 4% vão somente para agentes das forças de segurança

Publicado em 18 de Fevereiro de 2022 às 02:10

Públicado em 

18 fev 2022 às 02:10
Letícia Gonçalves

Colunista

Letícia Gonçalves

lgoncalves@redegazeta.com.br

Os projetos de lei que preveem reajuste de 6% para os servidores do governo do Espírito Santo, do Tribunal de Justiça (TJES), do Tribunal de Contas (TCES), da Assembleia e da Defensoria Pública ainda não foram a votação, mas têm data marcada para serem apreciados em plenário no Legislativo estadual: segunda-feira (21). 
Além disso, há um projeto que trata de aumento salarial para o governador Renato Casagrande (PSB), para a vice, Jacqueline Moraes (PSB), e para o secretariado. Esse também não foi votado ainda.
A Secretaria de Estado de Gestão e Recursos Humanos (Seger) informou à coluna que, se o texto do reajuste para servidores não for aprovado e sancionado a tempo, não vai ser possível efetuar o pagamento na folha de fevereiro, e sim apenas em março.
POLICIAIS
Um outro projeto, que deve estabelecer um reajuste de 4% para profissionais da segurança pública – policiais civis, militares e penais e agentes socioeducativos – ainda vai ser enviado à Casa, segundo a Seger.
Os integrantes das forças de segurança, como a coluna havia antecipado, vão contar com um reajuste maior que o dos demais servidores. São 10% em fevereiro e mais 4% em julho. O último percentual está previsto em outra lei.
"A Seger informa que ainda aguarda a aprovação do projeto de lei de reajuste linear (6%), pela Assembleia Legislativa, para dar prosseguimento às etapas necessárias ao fechamento da folha de pagamento deste mês. Caso o projeto não seja aprovado a tempo, o reajuste será pago em março, juntamente com o valor retroativo de fevereiro", complementou a secretaria, em nota enviada à coluna.
A pauta da Assembleia estava travada, como prevê o regimento, devido a vetos do governador que precisavam ser votados com prioridade. Isso foi feito e a Ordem do Dia pôde seguir o seu curso. Só que não.
Na sessão desta quarta-feira (16), a última da semana, deputados governistas derrubaram a sessão atrapalhadamente, por falta de quórum.
Apesar de o painel eletrônico ter registrado dez deputados presentes no plenário, quantidade que permitiria ao menos a continuidade da sessão, o vice-líder do governo na Casa, Marcos Garcia, que presidia a Mesa Diretora no momento, encerrou os trabalhos.
Isso gerou protestos de Sergio Majeski (PSB) e outros deputados. Um novo pedido de contagem de presentes foi feito e a sessão caiu, de qualquer forma.
Em relação aos projetos de reajuste salarial, o líder do governo na Assembleia, Dary Pagung (PSB), disse apenas que a ideia é votar todos de uma vez só. A proposta de reajuste para os servidores estaduais, do Executivo, foi protocolada na Casa no dia 1º de fevereiro.

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiaria no Gazeta Online/ CBN Vitoria. Em 2008, passou a atuar como reporter da radio. Em 2012, migrou para a editoria de Politica de A Gazeta, tambem como reporter. Exerceu a funcao de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Leticia Goncalves.

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