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Disputa

O partido que vai abrigar o filho de Vidigal nas eleições de 2026

Anúncio da filiação foi feito nesta quinta-feira (19). Ato está marcado para sexta (20)

Publicado em 19 de Março de 2026 às 19:02

Públicado em 

19 mar 2026 às 19:02
Letícia Gonçalves

Colunista

Letícia Gonçalves

lgoncalves@redegazeta.com.br

Serginho Vidigal, Sérgio Vidigal e Gilson Daniel
Serginho Vidigal, Sérgio Vidigal e Gilson Daniel Crédito: Divulgação
Uma das incógnitas da eleição para deputado federal no Espírito Santo já tem desfecho. O filho do ex-prefeito da Serra Sérgio Vidigal Serginho Vidigal vai se filiar ao Podemos.
O anúncio foi feito nesta quinta-feira (19) pelo partido. O ato de filiação está marcado para sexta (20). Serginho é pré-candidato a deputado federal.
O pupilo de Vidigal mantinha conversas com partidos da base do governador Renato Casagrande (PSB), o Podemos é um deles.
Além de Serginho, o partido vai filiar o deputado estadual Fabrício Gandini, de saída do PSD.
O Podemos é presidido no Espírito Santo pelo deputado federal Gilson Daniel.
Como a coluna mostrou em fevereiro, encontrar um destino para Serginho não foi tarefa fácil. Várias siglas governistas temiam que o peso da máquina da Prefeitura da Serra pudesse desequilibrar a disputa por cadeiras na Câmara dos Deputados.
O cenário mudou um pouco de lá para cá.
Agora, a Serra vai ter outro concorrente com força em potencial na corrida.
Depois que o deputado federal Amaro Neto saiu do Republicanos e se filiou ao PP, o partido do prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, reorganizou a chapa de candidatos.
O deputado estadual Pablo Muribeca, que disputaria a reeleição, agora é pré-candidato a deputado federal.
Ele tem base eleitoral na mesma cidade que Serginho, concorreu à prefeitura em 2024 e foi superado, no segundo turno, por Weverson Meireles (PDT).
Outro ponto que chama a atenção na filiação de Serginho é que ele sempre integrou o PDT, partido inexoravelmente ligado a Sérgio VIdigal no Espírito Santo.
O herdeiro do ex-prefeito não poderia ser candidato pelo PDT, contudo, já que a sigla não vai conseguir montar uma chapa.

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiaria no Gazeta Online/ CBN Vitoria. Em 2008, passou a atuar como reporter da radio. Em 2012, migrou para a editoria de Politica de A Gazeta, tambem como reporter. Exerceu a funcao de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Leticia Goncalves.

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