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Entrevista

Pazolini explica por que compara Vitória à Suíça

Prefeito concedeu entrevista à CBN Vitória nesta sexta (22). Na quarta (20), na Câmara Municipal, ele afirmou que a cidade "deixou de ser o patinho feio do Sudeste para ser a Suíça do Brasil"

Publicado em 22 de Dezembro de 2023 às 13:05

Públicado em 

22 dez 2023 às 13:05
Letícia Gonçalves

Colunista

Letícia Gonçalves

lgoncalves@redegazeta.com.br

Lorenzo Pazolini em entrevista à rádio CBN Vitória
A colunista de A Gazeta Letícia Gonçalves, o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, e a âncora Fernanda Queiroz em entrevista no estúdio da Rádio CBN Vitória Crédito: Fernando Madeira
Durante prestação de contas em que respondeu a perguntas dos vereadores de Vitória, na quarta-feira (20), o prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos) afirmou que a cidade "deixou de ser o patinho feio do Sudeste para ser a Suíça do Brasil".  O país europeu ocupa o primeiro lugar no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da ONU.
Nesta sexta (22), Pazolini concedeu entrevista à Rádio CBN Vitória. A coluna aproveitou para perguntar quais as semelhanças entre a capital do Espírito Santo e a Suíça que levaram o prefeito a fazer tal comparação.
A temperatura é que não poderia ser. Enquanto a entrevista transcorria, na Suíça fazia 9 graus Celsius. Em Vitória, 33.
Para Pazolini, Vitória e Suíça são similares "na prestação de serviço público". "Os países de primeiro mundo se destacam pela qualidade das políticas públicas e nós conseguimos levar Vitória a um patamar extraordinário", avaliou, elogiando a própria gestão.
"Temos a educação pública mais bem avaliada entre todas as capitais; a saúde pública número um entre os mais de cinco mil municípios brasileiros; primeiro lugar em gestão pública do Brasil; segundo lugar em inovação e a cidade com mais praticantes de atividades físicas", elencou o prefeito.
Mas, assim, Vitória pode se comparar à Suíça? Pazolini disse que isso é possível considerando a realidade da América Latina, "dentro de uma concepção metafórica".
Outro exemplo citado pelo chefe do Executivo municipal foi a vacinação da população durante a pandemia de Covid-19: "Vou te dar um exemplo de prestação de serviço 'da Suíça': nós vacinamos com dia e hora marcada, sem fila. Tivemos brasileiros de todas as unidades da federação que vieram se vacinar aqui".
"Entregamos uma política pública que nem alguns países europeus conseguiram fazer (...) Temos unidades de saúde funcionando aos sábados, domingos e feriados, não é pronto atendimento", complementou. 
É normal e até esperado que um prefeito seja benevolente em relação à própria administração. Talvez a comparação com a Suíça, entretanto, seja mais que uma metáfora e sim uma hipérbole.
REELEIÇÃO
Pazolini não revelou se vai ou não tentar a reeleição em 2024. Ele está no primeiro mandato à frente da prefeitura, logo, pode concorrer mais uma vez.
A gestão municipal tem acelerado entregas e feito um anúncio atrás do outro neste ano pré-eleitoral. E o entusiasmo com que o prefeito narra os próprios feitos indica que ele pretende, sim, disputar. Só acha melhor não tratar do assunto, publicamente, agora. 
"Eu foco em me dedicar à cidade, acordo às 4h, 4h30 da manhã, vou dormir muito tarde e tenho esse ritmo de trabalho desde a minha atividade profissional original, desde o Tribunal de Contas (foi auditor do TCES), desde a Polícia Civil (é delegado licenciado) e me dedico a trabalhar. Com sinceridade, não tenho conversado sobre isso (reeleição)", afirmou.
Ele sinalizou que pode deixar para a última hora a revelação oficial sobre o que pretende fazer:
"Vou fazer esse debate com as pessoas, com a cidade, somente no ano que vem, no prazo da legislação eleitoral, no tempo certo. Eu me filiei (ao Republicanos) e fui candidato a deputado no último dia (em 2018), fui o último a anunciar a candidatura a prefeito (em 2020). Prefiro trabalhar".
Pela legislação eleitoral, as convenções em que os partidos têm que aprovar formalmente os nomes dos candidatos que pretendem lançar devem ocorrer até o início de agosto de 2024.
Assista à entrevista na íntegra:

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiaria no Gazeta Online/ CBN Vitoria. Em 2008, passou a atuar como reporter da radio. Em 2012, migrou para a editoria de Politica de A Gazeta, tambem como reporter. Exerceu a funcao de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Leticia Goncalves.

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