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Eleições 2024

Quem apoia quem: os aliados dos candidatos a prefeito na Grande Vitória

Veja quem está ao lado dos que querem o seu voto e como isso pode ou não impactar a corrida eleitoral

Publicado em 18 de Setembro de 2024 às 14:52

Públicado em 

18 set 2024 às 14:52
Letícia Gonçalves

Colunista

Letícia Gonçalves

lgoncalves@redegazeta.com.br

Apoiadores de candidatos a prefeito na Grande Vitória
Alguns dos apoiadores de candidatos a prefeito em cidades da Grande Vitória Crédito: Divulgação
Atenção: esta não é uma lista de todos os apoios de todos os candidatos a prefeito das cidades da Grande Vitória. Estão aqui apenas os que avaliei como mais relevantes, ou seria uma lista longa e enfadonha. 
É como se eu listasse os melhores livros que li ou as melhores séries que vi neste ano. Não seriam os melhores livros e séries de 2024, apenas os melhores entre os que eu li/vi e de acordo com a minha opinião.
Pois esta é uma coluna de... opinião.
Com isso estabelecido, vamos lá.
RAMALHO E A TROPA BOLSONARISTA
Candidato a prefeito de Vila Velha, o ex-secretário estadual de Segurança Pública Coronel Ramalho (PL) tem usado como principais cabos eleitorais figuras ligadas ao bolsonarismo nacional.
No último dia 12, por exemplo, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) percorreu as ruas da cidade em carreata ao lado de Ramalho.
O próprio ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está presente em materiais de campanha do candidato do PL em Vila Velha e, na terça-feira (17), apareceu em um vídeo ao lado do senador Magno Malta e do deputado federal Gilvan (ambos do PL) dizendo: "Nosso prefeito Coronel Ramalho".
Os deputados federais Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Alexandre Ramagem (PL-RJ), também já estiveram em Vila Velha para reforçar o palanque do militar da reserva da PM.
Nas redes sociais do ex-secretário de Segurança apareceram ainda Marco Feliciano (PL-SP) e Nikolas Ferreira (PL-MG).
Laryssa Rodrigues, Michelle Bolsonaro e Coronel Ramalho
A vice de Coronel Ramalho, Laryssa Rodrigues (PL),  a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e Coronel Ramalho (PL) durante carreata em Vila Velha Crédito: Divulgação
Em relação a lideranças locais, Ramalho está um tanto isolado, conta, basicamente, com correligionários, como Magno, Gilvan e o deputado estadual Callegari.
A coligação do coronel é formada apenas por PL e PRTB. 
Um apoio que chamou a atenção foi o de um ex-aliado do prefeito Arnaldinho Borgo (Podemos), o procurador-geral da Câmara de Vila Velha, Renato Cintra. Ele é do grupo do presidente da Casa, Bruno Lorenzutti (MDB), que foi preterido como vice na chapa do prefeito. 
Mas o gesto de Cintra foi mais simbólico. Dificilmente ele teria o poder de "virar votos" a favor de Ramalho.
É interessante a escolha de aliados exibidos pelo candidato do PL. Figuras nacionais teriam influência na eleição municipal?
No mesmo levantamento, Ramalho apareceu com 10% das intenções de voto, bem atrás de Arnaldinho que, pela previsão, seria eleito em primeiro turno, com 75% dos votos.
Talvez Ramalho não tenha outra saída a não ser apelar à família Bolsonaro, diante do pouco apoio partidário. 
Mas isso também reforça a tese, rechaçada pelo próprio Ramalho, de que o coronel, em 2024, está, na verdade, preparando o terreno para disputar as eleições de 2026, em que tentaria se cacifar para uma vaga em Brasília, na Câmara dos Deputados ou no Senado.
E O LULA, HEIN?
O PT tem candidato a prefeito em Vila Velha, o ex-vereador João Batista Gagno Intra, o Babá. O desempenho dele nas pesquisas de intenção de voto é ainda mais tímido que o de Ramalho. 
No Ipec, Babá apareceu com 3%.
A pesquisa mostrou que, para 50% dos eleitores da cidade, o apoio do atual presidente da República a um candidato a prefeito não afetaria a vontade de votar no candidato e que, para 29%, até diminuiria essa intenção.
Mesmo assim, Babá se apresenta como "do time do Lula" e exibiu, na semana passada, um vídeo em que o presidente pede aos eleitores que votem no petista.
CASADINHO
Enquanto isso, Arnaldinho tem um palanque de peso. A coligação dele conta com 13 partidos que, juntos, têm cerca de 240 candidatos a vereador.
Só aí o prefeito conta com um "exército" de cabos eleitorais, já que os postulantes à Câmara Municipal fazem campanha casada com o chefe do Executivo.
Arnaldinho tem também o apoio explícito do governador Renato Casagrande (PSB). 
O socialista se empenhou na pré-campanha, fez um Dia D de anúncios em Vila Velha ao lado do prefeito e apareceu em um vídeo de apoio exibido na convenção municipal do Podemos.
O governador, contudo, ainda não participou de eventos oficiais de campanha do prefeito de Vila Velha.
Quem fez isso esses dias foi o deputado federal Amaro Neto. O partido dele, o Republicanos, faz parte da coligação de Arnaldinho.
VIDIGAL EM TODO LUGAR AO MESMO TEMPO
Enquanto isso, na Serra, o ex-secretário estadual de Turismo Weverson Meireles (PDT) tenta, ao menos, chegar ao segundo turno, ocasião em que iria para o confronto direto com o ex-prefeito Audifax Barcelos (PP).
Para isso, Weverson precisa superar o deputado estadual Pablo Muribeca (Republicanos).
E, nesta missão, o candidato do PDT conta a todo momento com o atual prefeito da Serra, Sérgio Vidigal (PDT).
Vidigal é tão presente na campanha do aliado que parece até que o prefeito é o candidato. 
Weverson Meireles e Sérgio Vidigal na convenção do PDT da Serra
Weverson Meireles e Sérgio Vidigal na convenção do PDT da Serra Crédito: Samuel Chahoud/Divulgação
Weverson nunca disputou um cargo eletivo e é pouco conhecido dos eleitores da Serra, ao contrário do atual prefeito, que tenta transferir capital político para o afilhado. 
O candidato do PDT apresenta-se como "renovação com responsabilidade". 
O governador, desde a pré-campanha, já estava fechado com o grupo de Vidigal, mas desta vez foi às ruas da Serra pedir votos para Weverson.
O pedetista também "herdou" aliados locais do atual prefeito, como o secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Bruno Lamas (PSB), e o deputado estadual Alexandre Xambinho (Podemos).
Para completar, na terça-feira (17), o presidente da Associação de Pastores da Serra, Marcelo Ferreira, apareceu ao lado de Casagrande em um vídeo pedindo aos eleitores votos para Weverson, "para que a Serra tenha uma continuidade de gestão".
O pastor, curiosamente, é filiado ao PSDB, que está no palanque de Audifax Barcelos.
VANDINHO E MANATO COM AUDIFAX
Audifax, por sua vez, ao atrair o PSDB, conta com o apoio do deputado estadual Vandinho Leite, presidente estadual da sigla.
A Serra é o reduto eleitoral de Vandinho.
Também há pastores ao lado de Audifax, que é evangélico, e ele ainda tem como vice Nilza Cordeiro (PSDB), que é ligada à Igreja Católica.
Como resultado de uma parceria que data de 2022, o candidato do PP conta com o endosso do ex-deputado federal Carlos Manato (PL).
O PL tem candidato a prefeito da Serra, o vereador Igor Elson, mas no segundo turno da disputa pelo governo do Espírito Santo, em 2022, Audifax ficou ao lado de Manato e, como retribuição, o ex-deputado agora pede votos aos eleitores da Serra para o ex-prefeito.
DaVitória, Audifax Barcelos e Carlos Manato
DaVitória, Audifax Barcelos e Carlos Manato Crédito: Divulgação
O deputado federal Da Vitória, presidente estadual do PP, está, obviamente, no palanque de Audifax. O senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP, também esteve na Serra pelo ex-prefeito.
Agora, um apoio que chama a atenção é o do deputado estadual Hudson Leal (Republicanos), que renegou o próprio colega de partido, Muribeca, para endossar Audifax. 
PEDINDO PARA FAZER O M
Já entre os aliados de Pablo Muribeca destaca-se o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Santos (União Brasil). 
Apesar de o União estar na coligação de Weverson, Marcelo pede votos para o candidato do Republicanos.
O presidente da Assembleia até esteve nas ruas da Serra, na terça-feira (17), ao lado do aliado.
Quem também esteve por lá recentemente foi o deputado federal Amaro Neto (Republicanos).
Pablo Muribeca e Amaro Neto
O deputado estadual Pablo Muribeca e o deputado federal Amaro Neto, ambos do Republicanos Crédito: Divulgação
Outro correligionário que dá uma força para Muribeca é o deputado estadual Sérgio Meneguelli. O ex-prefeito de Colatina gravou um vídeo em que declara apoio ao colega e prega contra a falta de alternância de poder na Serra que, desde 1997, é administrada ou por Vidigal ou por Audifax.
Agora, algo que vale destacar na campanha de Muribeca é que ele decidiu copiar Pablo Marçal, candidato a prefeito de São Paulo pelo PRTB.
Marçal, provavelmente, nem sabe quem é Muribeca, mas a estratégia de campanha do candidato do Republicanos é semelhante à do coach.
Muribeca, por exemplo, pede para os eleitores fazerem "o M", que seria de mudança, repete o gesto feito pelo candidato a prefeito de São Paulo e usa o mesmo símbolo nas redes sociais — um emoji em formato de M.
Aliás, pouco antes de ser entrevistado, ao vivo, no Bom Dia ES, da TV Gazeta, na terça-feira (17), Muribeca perguntou à produção se poderia exibir uma carteira de trabalho para as câmeras, como fez Marçal em um dos debates televisivos em São Paulo.
Não, Muribeca não pôde fazer isso. Pelas regras com as quais todos os candidatos concordaram previamente, é proibido mostrar objetos para a câmera durante a entrevista.
Ainda assim, ele sacou um "santinho", material de campanha que mostra o número de urna, o que também é proibido, e tomou um puxão de orelha da jornalista Fabíola de Paula.
OS ALIADOS DO "PAZOLA"
A campanha do prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), que disputa a reeleição, decidiu chamá-lo de "Pazola".
Acho que não combina muito com o estilo pouco descolado do prefeito, mas tudo bem. A gente tem que usar o nome social das pessoas.
Então, com Pazola estão diversos vereadores e candidatos a vereador.
O presidente da Câmara de Vitória, Leandro Piquet (PP), que não disputa as eleições deste ano, reforça o time.
Leandro Piquet, Cris Samorini, Evair de Melo, Lorenzo Pazolini e Denninho Silva
Leandro Piquet, Cris Samorini, Evair de Melo, Lorenzo Pazolini e Denninho Silva Crédito: Divulgação
O deputado estadual Denninho Silva (União Brasil) é outro que esteve, literalmente, na carroceria da caminhonete utilizada pelo prefeito durante um ato de campanha.
A relação entre o parlamentar e Pazola ficou estremecida no ano passado, mas os dois já voltaram às boas.
O deputado federal Evair de Melo (PP) também participou do ato de campanha.
TIME DO LULA
O deputado estadual e ex-prefeito João Coser (PT) já postou, no Instagram, que é do "time do Lula", mas ainda não usou o vídeo de apoio que o presidente da República gravou pedindo aos eleitores de Vitória que escolham o petista na hora de votar para prefeito.
A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, esteve na capital do Espírito Santo em apoio ao ex-prefeito, no dia da convenção municipal da federação Brasil da Esperança, no início de agosto.
A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e o deputado estadual João Coser durante convenção do PT em Vitória
A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e o deputado estadual João Coser em Vitória Crédito: Ricardo Medeiros
No evento, também foram exibidos vídeos de petistas de renome nacional, como o senador Jaques Wagner (PT-BA).
O governador Renato Casagrande está, ao mesmo tempo, em dois palanques em Vitória, no de Coser e no de Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB), mas, na prática, não pede votos diretamente para nenhum deles.
CASAGRANDISTAS COM LUIZ PAULO
O secretariado do governo estadual, contudo, está em peso com Luiz Paulo. 
Até Philipe Lemos, titular da pasta de Turismo, apareceu recentemente em um vídeo pedindo votos aos eleitores de Vitória para o candidato a prefeito do PSDB.
E olha que Philipe é filiado ao PDT, partido coligado com Coser. 
Luiz Paulo Vellozo Lucas, Philipe Lemos e Victor Ricciardi
Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB), Philipe Lemos (PDT) e o vice de Luiz Paulo, Victor Ricciardi (União Brasil) Crédito: Divulgação
Felipe Rigoni, presidente estadual do União Brasil e secretário estadual de Meio Ambiente, é o coordenador da campanha de Luiz Paulo.
Já o presidente do Instituto Jones dos Santos Neves, Pablo Lira, colabora na área de segurança pública no programa de governo do tucano.
Em relação a lideranças nacionais, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), esteve rapidamente com  Luiz Paulo em agosto, quando passou por Vitória em meio ao encontro de governadores realizado em Pedra Azul.
QUASE TODOS COM EUCLÉRIO
O prefeito de Cariacica, Euclério Sampaio (MDB), reúne muitos aliados, inclusive alguns que, em 2020, disputaram a eleição contra ele.
Tenente Assis (PP) e Avelina (PSD), agora candidatos a vereador, são alguns exemplos. 
Podemos citar ainda a secretária estadual da Mulher, Jacqueline Moraes (PSB), que não disputou a prefeitura, mas não era aliada de Euclério e,depois, fez as pazes com ele.
Com uma coligação formada por 14 partidos, fica claro que quase todas as forças políticas da cidade decidiram apoiar a reeleição do prefeito.
Isso garante a Euclério, a exemplo do que ocorre com Arnaldinho em Vila Velha, um "exército" de cabos eleitorais formado por candidatos a vereador.
Renato Casagrande e Euclério Sampaio em ato de campanha do prefeito
Renato Casagrande e Euclério Sampaio em ato de campanha do prefeito Crédito: Divulgação
Aliás, até candidatos que não são filiados a partidos coligados ao prefeito estão, na prática, no palanque dele. Um exemplo é o presidente municipal do PV, César Lucas.
Cesinha, como é conhecido, disputa uma vaga na Câmara Municipal e é unha e carne com Euclério, apesar de o PV, partido, frise-se, presidido por ele em Cariacica, compor a federação Brasil da Esperança, que lançou a candidatura de Célia Tavares (PT) à prefeitura.
Outros candidatos da federação, como os filiados ao PCdoB, também estão ao lado do atual prefeito.
O governador Renato Casagrande e o vice-governador Ricardo Ferraço, presidente estadual do MDB, reforçam o time.
Casagrande apoia Euclério declaradamente e até participou de um evento de campanha ao lado do prefeito no último dia 26.
CÉLIA E HELDER
A ex-secretária municipal de Educação Célia Tavares (PT) tem como principal cabo eleitoral na corrida pela prefeitura de Cariacica o deputado federal Helder Salomão (PT).
Helder foi prefeito da cidade por oito anos (2005-2012) e Célia fez parte da gestão.
Célia Tavares e Helder Salomão
Célia Tavares e Helder Salomão Crédito: Divulgação
A petista, partidariamente, conta apenas com a federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB) e com a federação PSOL/Rede.
Lula gravou um vídeo de apoio à petista, mas ela ainda não publicou a peça em suas redes sociais.

NINGUÉM FAZ MILAGRE

Transferência de votos não é uma ciência exata. As pessoas não votam, automaticamente, em um candidato somente por ele ser apoiado por alguém que agrada ao eleitorado.
Muitos fatores influenciam: quem é o candidato, quem é o apoiador e o quanto esse apoiador está engajado na campanha do aliado.
Até alguns meses atrás, havia uma dúvida sobre o quanto a política nacional influenciaria o pleito municipal. Na Grande Vitória, ao menos, temos visto que se associar a Bolsonaro ou a Lula e integrar os partidos desses dois líderes não é muita vantagem, ainda que isso tenha um peso nos nichos em que o ex-presidente e o presidente são mais fortes.
Nenhum candidato do PT ou o do PL lidera a corrida eleitoral em Vitória, Vila Velha, Serra e Cariacica.
A Serra vai servir como um estudo de caso sobre o poder das lideranças locais, já que  Vidigal está de corpo e alma na campanha de Weverson Meireles e Casagrande também entrou em cena.
Em 2020, graças ao esforço do então prefeito Audifax Barcelos, o então vereador Fábio Duarte (Rede) chegou ao segundo turno na cidade, mas perdeu para o veterano Vidigal.

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiaria no Gazeta Online/ CBN Vitoria. Em 2008, passou a atuar como reporter da radio. Em 2012, migrou para a editoria de Politica de A Gazeta, tambem como reporter. Exerceu a funcao de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Leticia Goncalves.

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